Opinião
O clube dos mortos-vivos e o porta-voz
No debate entre Marcelo Rebelo de Sousa e João Ferreira, assistimos a uma das cenas mais lamentáveis da 3.ª República: um Presidente a fazer de porta-voz do Governo, ao dizer que o primeiro-ministro lhe dissera que ia manter a confiança na ministra da Justiça... e a confessar a sua impotência, expressa no facto de não poder forçar a demissão.
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Primeiro, as críticas a Constança Urbano de Sousa pela forma como lidou com os incêndios de 2017. Mais recentemente, vieram as críticas a Marta Temido por causa das vacinas contra a gripe. Depois, a crítica a Eduardo Cabrita pela forma como o Governo lidou com a morte do cidadão ucraniano. Agora, as críticas a Francisca Van Dunem pela utilização de dados falsos no CV do magistrado que o Governo indicou para procurador europeu.