Opinião
04 de Abril de 2024 às 19:50
A ilusão dos cofres cheios
O legado deixado por Fernando Medina do excedente orçamental criou na campanha eleitoral uma onda de leilões de promessas. Agora que o novo Governo tomou posse, Luís Montenegro fez bem em desmistificar essa ilusão. Até porque o dinheiro do Estado financiado pelos contribuintes é finito e as expectativas tendem a ser infinitas.
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Luís Montenegro fez bem ao alertar para a ilusão da “teoria dos cofres cheios”, porque é errada e perigosa. A ideia do excedente infinito cria tentações despesistas, mas muitas destas expectativas foram criadas na campanha eleitoral. Agora é tempo de encarar a realidade.
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