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Wall Street ganha mais de 1% com números da inflação
Os investidores foram animados pelos números da de fevereiro inflação nos EUA e pela expectativa em torno de um abrandamento do ritmo da subida das taxas de juro diretoras no país.
Wall Street terminou esta terça-feira em terreno positivo, animada pelo recuo da inflação nos EUA em fevereiro e pela expectativa de que o colapso do Silicon Valley Bank (SVB) possa abrandar a subida dos juros diretores nos EUA já na próxima reunião de política monetária agendada para este mês.
O industrial Dow Jones somou 1,06% para 32.155,40 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 1,68% para 3.920,56 pontos.
Já o tecnológico Nasdaq Composite cresceu 2,14% para 11.428,15 pontos.
Os mercados incorporam nos preços uma probabilidade de 75,3% de que a Fed suba as taxas de juro em 25 pontos base na próxima reunião agendada para a próxima semana, enquanto 24,7% antevê mesmo que o banco central liderado por Jerome Powell não realize qualquer aumento, de acordo com a CME FedWatch, citada pela Reuters.
Além deste fator, derivado do colapso do SVB, os investidores foram animados pelos números da inflação nos EUA em fevereiro, tendo o índice norte-americano de preços no consumidor recuado para 6% em termos homólogos em fevereiro.
A centrar as atenções estiveram as ações do californiano First Republic Bank, que somou 26,98%, recuperando assim de parte da queda superior a 60% da última sessão.
Do lado dos ganhos, a Meta valorizou 7,25%, depois de a empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp ter anunciado que vai despedir 10 mil trabalhadores, naquela que é a segunda ronda de despedimentos desde novembro.