Opinião
E se a bola for um negócio?
"Se o futebol fosse um negócio, pertenceria aos bancos." A frase é atribuída a Pepe Samitier (1902-1972), um centro-campista espanhol que jogou no Real Madrid e no Barcelona e retrata de forma lapidar a especificidade da indústria do futebol.
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Se fosse um mero negócio, o futebol esgotar-se-ia no mercadejo de jogadores e nas receitas provenientes dos jogos. Se fosse apenas um negócio, gerido como o do banco, teria pressupostos bem diferentes, a começar pela maximização das receitas ou atração de clientes de outras instituições, o que é naturalmente impossível no futebol. Se os bancos incorporassem o futebol nos seus portefólios, o papel dos chamados agentes ...
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