Opinião
Não há orçamento? A despesa agradece
Alguns analistas olham para esta situação com preocupação, chamando a atenção para uma série de medidas, que implicam despesa (o aumento extraordinário de pensões é apenas um exemplo), que ficam adiadas. Ou seja, a despesa que o governo vai executando este ano fica sujeita ao regime de duodécimos, mantendo o teto orçamental de 2021.
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A repetição das eleições no círculo da Europa atrasou a tomada de posse de governo. A consequência mais imediata é o adiamento da entrada em vigor do orçamento para este ano. Na melhor das hipóteses só haverá orçamento lá para julho.
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