Notícia
Ministra garante que exposição do Fundo da Segurança Social à queda do Credit Suisse é "ínfima"
Ana Mendes Godinho reafirmou que a exposição é mínima relativamente a esta situação e que há sempre uma gestão "muito prudente" por parte da entidade gestora do Fundo de Estabilização.
17 de Março de 2023 às 19:50
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social garantiu esta sexta-feira que a exposição do Fundo de Estabilização Financeiro da Segurança Social à queda histórica em bolsa do Credit Suisse é "ínfima".
"O que lhe garanto é que, de facto, a exposição é mínima ou ínfima (...) fruto de uma grande capacidade de diversificação das próprias aplicações. É isso que temos sempre de salvaguardar através do Fundo de Estabilização que é exatamente a não dependência excessiva do mercado", afirmou Ana Mendes Godinho à margem da Cimeira das Pessoas, no Porto.
A governante reagia assim a uma notícia da TVI/CNN que adianta que a Segurança Social está a perder dinheiro com o Credit Suisse.
"Há dinheiro das pensões aplicado nas ações do banco e ainda antes do que aconteceu esta quarta-feira já havia perdas de quase um milhão de euros", refere a TVI/CNN.
Ana Mendes Godinho reafirmou que a exposição é mínima relativamente a esta situação e que há sempre uma gestão "muito prudente" por parte da entidade gestora do Fundo de Estabilização.
E acrescentou: "como está previsto nas próprias regras para garantir exatamente que não há riscos de exposição que ponham em causa o próprio fundo".
A ministra salientou que ainda há pouco tempo se discutia por que não se arriscava mais, realçando que é "precisamente por uma lógica de prudência".
"O que lhe garanto é que, de facto, a exposição é mínima ou ínfima (...) fruto de uma grande capacidade de diversificação das próprias aplicações. É isso que temos sempre de salvaguardar através do Fundo de Estabilização que é exatamente a não dependência excessiva do mercado", afirmou Ana Mendes Godinho à margem da Cimeira das Pessoas, no Porto.
"Há dinheiro das pensões aplicado nas ações do banco e ainda antes do que aconteceu esta quarta-feira já havia perdas de quase um milhão de euros", refere a TVI/CNN.
Ana Mendes Godinho reafirmou que a exposição é mínima relativamente a esta situação e que há sempre uma gestão "muito prudente" por parte da entidade gestora do Fundo de Estabilização.
E acrescentou: "como está previsto nas próprias regras para garantir exatamente que não há riscos de exposição que ponham em causa o próprio fundo".
A ministra salientou que ainda há pouco tempo se discutia por que não se arriscava mais, realçando que é "precisamente por uma lógica de prudência".