Notícia
A verdade de Tusk, a margem de Macedo
Donald Tusk disse a verdade, o que em política, principalmente a dita palaciana, nem sempre é um bom princípio. Mas a sua verdade em relação ao Brexit, por muitos estados de alma que possa suscitar, é indesmentível. A auditoria da EY à Caixa, além dos méritos evidentes, é também uma ferramenta importante para dar margem de manobra acrescida à gestão do banco público. Bruxelas chumbou a fusão entre a Siemens e a Alstom e a explicações de Margrethe Vestager para a decisão são perfeitamente atendíveis. Os tempos não correm de feição para António Costa. As greves e a economia são sinais disso mesmo.
Convicção - Energia
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A justiça
O presidente do Conselho Europeu, a propósito da saída do Reino Unido da União Europeia, fez este desabafo no Twitter: "Pergunto-me como será o lugar especial no Inferno que está reservado àqueles que promoveram o Brexit sem sequer terem um rascunho do plano para o concretizar". Os Conservadores britânicos condenaram as suas palavras, classificando-as como "lamentáveis". No reino da política palaciana podem ser, mas na realidade, o que Donald Tusk disse tem total aderência à realidade. Os promotores do Brexit só pensaram na saída e esqueceram-se de tudo o resto. Os factos provam isso mesmo.
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