Opinião
A nova metamorfose da AOL
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1. A nova metamorfose da AOL
300 milhões de dólares em cash e 15 milhões em ações, eis quanto a America On Line deu para adquirir The Huffingnton Post. Os analistas ainda estão a abanar a cabeça, vacilando entre as razões da compra e o seu impacto na indústria, Mas há um consenso sobre o preço: é equilibrado, até barato.
Ou seja, não estamos perante um negócio-bolha, como tantos outros onde o objetivo principal é fazer dinheiro rápido com "expetativas". Não. Tim Armstrong não veio da Google para fazer a AOL manter-se à tona da borbulhagem. Tem feito o que se espera de uma grande empresa: saber mudar para continuar grande.
Agora, está a crescer como web property, visando a publicidade. Chamar-lhe jornalismo quantitativo é insuficiente: comprando pageviews com reputação - TechCrunch, Engadget, Game Daily, Black Voices e agora The Huffington Post -, a AOL vai atrás do mercado da Yahoo! e muito para além das "content farms".
2. Timothy Geithner.
O secretário do Tesouro americano está no Brasil, supõem-se que preparando
a visita que Barack Obama fará a Dilma Rousseff em Março. Sugere cautela com o fluxo de entrada de capitais nesta fase de grande crescimento económico, por causa da inflação e da valorização do real. Bons conselhos que não escondem as necessidades imperiais de manter o dólar acima das moedas emergentes.
3. Santander.
A OPA à totalidade do banco polaco Zachodni foi confirmada à CNMV espanhola com o valor de 4.293 milhões de euros. Não é uma surpresa: em Setembro passado o Santander comprara a posição de 70,36% do Allied Irish Banks com uma oferta que superou as do francês BNP Paribas e do polaco PKO, mostrando um interesse firme. Falta agora o regulador polaco aprovar o negócio, que torna mais robusta a posição do Santander num mercado vibrante.
“Tópicos” é uma ferramenta do Negócios que faz pesquisa inteligente das notícias de economia mundiais. Clique aqui e saiba mais
300 milhões de dólares em cash e 15 milhões em ações, eis quanto a America On Line deu para adquirir The Huffingnton Post. Os analistas ainda estão a abanar a cabeça, vacilando entre as razões da compra e o seu impacto na indústria, Mas há um consenso sobre o preço: é equilibrado, até barato.
Ou seja, não estamos perante um negócio-bolha, como tantos outros onde o objetivo principal é fazer dinheiro rápido com "expetativas". Não. Tim Armstrong não veio da Google para fazer a AOL manter-se à tona da borbulhagem. Tem feito o que se espera de uma grande empresa: saber mudar para continuar grande.
2. Timothy Geithner.
O secretário do Tesouro americano está no Brasil, supõem-se que preparando
a visita que Barack Obama fará a Dilma Rousseff em Março. Sugere cautela com o fluxo de entrada de capitais nesta fase de grande crescimento económico, por causa da inflação e da valorização do real. Bons conselhos que não escondem as necessidades imperiais de manter o dólar acima das moedas emergentes.
3. Santander.
A OPA à totalidade do banco polaco Zachodni foi confirmada à CNMV espanhola com o valor de 4.293 milhões de euros. Não é uma surpresa: em Setembro passado o Santander comprara a posição de 70,36% do Allied Irish Banks com uma oferta que superou as do francês BNP Paribas e do polaco PKO, mostrando um interesse firme. Falta agora o regulador polaco aprovar o negócio, que torna mais robusta a posição do Santander num mercado vibrante.
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