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Telecom colocam Europa no vermelho. França contraria e atinge máximos de junho

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados desta sexta-feira.

Kamil Zihnioglu/AP
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24.01.2025

Telecomunicações colocam Europa no vermelho. França contraria e atinge máximos de junho

Os principais índices europeus fecharam a última sessão semanal com a maioria a registar perdas. O setor das telecomunicações foi o principal responsável pelas perdas desta sexta-feira, que marcam uma viragem na tendência positiva registada esta semana, tendo o índice de referência do Velho Continente atingido um recorde no fecho da sessão anterior. 

O índice Stoxx 600 - de referência para a Europa – perdeu 0,05%, para os 530,07 pontos. 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX desvalorizou 0,08%, o holandês AEX registou perdas de 0,86% e o espanhol IBEX 35 cedeu 0,07%, enquanto o FTSE recuou 0,73%. A contrariar as perdas, esteve o italiano FTSEMIB com ganhos de 0,24%.

o índice francês CAC-40 valorizou 0,44% para o nível mais alto desde o início de junho, tendo registado ganhos durante nove sessões consecutivas. Esta foi a mais longa série de subidas do índice desde 2015. 

O mercado bolsista europeu teve um início de ano forte, com os principais índices a apoiarem-se nos comentários do novo presidente norte-americano, Donald Trump - que tomou posse no início desta semana. Trump deu a entender, nos últimos dias, que seguiria uma abordagem mais suave em relação à aplicação de tarifas aos seus parceiros comerciais, nomeadamente, à China.  

Ainda assim, de acordo com um inquérito da Bloomberg a 20 investidores, a recente subida dos índices pode significar que os ganhos das bolsas não serão tão expressivos nos próximos tempos, fator que a sessão de hoje já evidencia. 

O setor das telecomunicações foi o que registou o pior desempenho durante a sessão desta sexta-feira, com perdas de 2,80%. O setor foi influenciado, sobretudo, pela Ericsson, depois de o fornecedor sueco de equipamento móvel ter apresentado vendas fracas na Ásia, bem como perdas em unidades não essenciais. A empresa afundou mais de 12%. 

Entre os movimentos de mercado, o Burberry Group, empresa de vestuário de luxo, subiu quase 10%, depois de as suas vendas terem caído menos do que o previsto. Já a Novo Nordisk ganhou cerca de 7% e voltou a ultrapassar a LVMH como empresa mais valiosa da Europa. Istoapós a fabricante de medicamentos ter apresentado resultados preliminares encorajadores para a sua injeção experimental de perda de peso.

Os investidores na Europa aguardam agora pela temporada de resultados da região e pela decisão do Banco Central Europeu quanto às taxas de juro, agendada para dia 30 de janeiro.  

"Os mercados responderam positivamente aos primeiros dias da nova administração [Trump]", disse à Bloomberg Guillermo Hernandez Sampere, chefe de negociação da gestora de ativos MPPM. O especialista acrescentou que "a próxima semana mostrará se os bancos centrais continuarão a sua abordagem cautelosa quanto ao corte das taxas de juro". 

24.01.2025

Juros das dívidas soberanas registam agravamentos na Zona Euro. França é exceção

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro agravaram-se em praticamente toda a linha esta sexta-feira, num dia marcado pela queda generalizada dos principais índices do continente.  

Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, agravaram-se em 0,6 pontos base, para 2,967%, enquanto em Espanha a "yield" da dívida com o mesmo vencimento subiu 0,2 pontos, para 3,181%. 
 
Por sua vez, a rendibilidade da dívida francesa decresceu em 0,2 pontos base, para 3,300%. Já os juros das "bunds" alemãs, referência para a região, agravaram-se em 2,1 pontos, para 2,567%. 
 
Fora da Zona Euro, os juros das "gilts" britânicas, também a dez anos, caíram 0,6 pontos base para 4,627%. 

24.01.2025

Ouro avança com sinais de tarifas menos agressivas por parte dos EUA

O ouro segue a avançar para perto de máximos históricos, depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter sinalizado uma abordagem comercial menos agressiva em relação à China, o que, por sua vez, enfraqueceu o dólar, tornando o metal amarelo mais barato para detentores de outras divisas. 

O ouro segue a ganhar 0,68% para os 2.773,71 dólares por onça.  

Trump disse que "prefere não ter que usar" taxas contra a China durante uma entrevista à Fox News, esta quinta-feira. 

O ouro subiu quase 3% esta semana, principalmente devido à procura enquanto ativo de refúgio, no meio da incerteza sobre as perspetivas económicas globais desde que Trump tomou posse a 20 de janeiro.  

O Presidente dos EUA também afirmou que exigiria uma descida imediata das taxas diretoras, o que costuma beneficiar o metal amarelo, que não rende juros. Ainda assim, os "traders" mostram-se cautelosos, já que a política monetária é definida apenas pela Reserva Federal (Fed) norte-americana.

O banco central dos EUA irá reunir na próxima semana, entre os dias 28 e 29 de janeiro, para decidir o rumo da política monetária norte-americana 

24.01.2025

Dólar desce e caminha para pior semana em mais de um ano

Entre 14 e 21 de maio o índice do dólar cedeu 0,14%, à boleia dos “short-sellers”.

O dólar está a cair esta sexta-feira e encaminha-se para a sua pior semana em mais de um ano, com as expectativas de que as tarifas decretadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, serão menos agressivas do que se temia anteriormente. 

O índice do dólar – que mede a força da "nota verde" face às principais rivais – desce 0,70% para os 107,29 pontos. 

A perspetiva de tarifas elevadas sobre bens da China, Canadá, México e a Zona Euro suscitou preocupações sobre uma nova subida da inflação, o que deu ganhos ao dólar nos últimos meses. 

Mas esse movimento inverteu-se parcialmente esta semana, com os investidores a apostarem que as tarifas podem não ser tão agressivas ou tão generalizadas como se perspetivava. Trump disse esta quinta-feira que a sua conversa com o presidente chinês Xi Jinping foi amigável e que, provavelmente, seria possível chegar a um acordo comercial com a China. 

Nesta linha, "as pessoas estão cada vez menos convencidas de que as tarifas estão a chegar", disse à Reuters Adam Button da ForexLive. 

Na Europa, o euro avança 0,99%, para os 1,0518 dólares. Já a libra acelera 1,16%, para os 1,2498 dólares. 

24.01.2025

Petróleo continua a cair ainda pressionado por comentários de Trump

Os preços do petróleo continuam a registar quedas, após Donald Trump ter anunciado planos para aumentar a produção de crude nos EUA e exigido à Arábia Saudita e à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) que tomem medidas para baixar os preços do "ouro negro".

O West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA – recua 0,64% para os 74,14 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – segue a desvalorizar 0,29% para os 78,05 dólares por barril. 

No que toca a tarifas a aplicar por parte da nova administração norte-americana aos seus parceiros comerciais - o que deverá influenciar os preços do crude -, ainda persiste alguma incerteza.  

"Não espero que a OPEP mude de política, a menos que haja uma mudança nos fundamentais", disse à Reuters Giovanni Staunovo, analista de "commodities" do UBS. Já sobre a política comercial dos EUA, o mesmo especialista acrescentou que "os mercados ficarão relativamente silenciosos até que haja mais clareza sobre a política de sanções e tarifas". 

À medida que as atenções dos "traders" se deslocam para a possibilidade da entrada em vigor das tarifas de Trump já em fevereiro, é provável que a cautela persista no mercado, dadas as potenciais implicações negativas no crescimento económico global e, também, sobre a procura de petróleo. 

Esta segunda-feira, Trump declarou uma "emergência energética nacional", revendo as restrições ambientais às infraestruturas energéticas, como parte dos planos para maximizar a produção nacional de petróleo e gás. 

24.01.2025

Wall Street à procura de tendência. Otimismo de Trump em Davos perde força

Os principais índices em Wall Street estão a negociar sem tendência definida esta sexta-feira, depois de o S&P 500 ter alcançado ontem um máximo histórico, à boleia dos comentários do novo Presidente dos Estados Unidos no Fórum Económico Mundial em Davos.

O S&P 500 avança 0,06% para os 6.122,59 pontos, enquanto o Nasdaq Composite soma 0,09% para 20.070,85 pontos. Já o Dow Jones recua 0,12% para 44.509,85 pontos.

Trump reiterou uma abordagem mais suave às tarifas, em particular a importações da China. Horas mais tarde, o novo inquilino da Casa Branca voltou a passar essa mensagem, numa entrevista à Fox News, ao afirmar que preferia não ter de usar tarifas contra a segunda maior economia do mundo.

O republicano disse ainda que iria pedir à Arábia Saudita e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) para reduzirem os preços do petróleo e deixou avisos a Jerome Powell, presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana, ao afirmar que iria exigir uma descida imediata das taxas de juro.

"O discurso de Trump em Davos conteve algumas linhas ostensivamente positivas (apelou à OPEP para baixar os preços do petróleo, exigiu que os bancos centrais reduzissem as taxas de juro e reiterou as anteriores promessas de redução de impostos e da regulamentação), mas muito pouco está, de facto, sob o seu controlo", explicou à CNBC Adam Crisafulli, fundador da Vital Knowledge.

Entre os principais movimentos de mercado está a Meta - dona do Facebook, Instagram e WhatsApp -, que soma 1,28%, depois de o CEO, Mark Zuckerberg, ter afirmado que a empresa espera investir entre 60 a 65 mil milhões de dólares em inteligência artificial em 2025, bem acima das estimativas dos analistas que apontavam para um Capex de 51,3 mil milhões de dólares.

A Meta, juntamente com a Microsoft e a Tesla apresenta os resultados do quarto trimestre do ano passado na próxima quarta-feira.

Já as ações da Novo Nordisk cotadas nos Estados Unidos pulam 8%, depois de a empresa ter revelado resultados positivos de um fármaco para a perda de peso. A empresa dinamarquesa voltou hoje a ultrapassar a LVMH como a cotada mais valiosa da Europa.

24.01.2025

Euribor cai a três meses para mínimo de quase um ano

A Euribor desceu hoje a três e a seis meses, no prazo mais curto para um novo mínimo desde fevereiro de 2023, e subiu a 12 meses em relação a quinta-feira.

Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que baixou para 2,641%, continuou acima da taxa a seis meses (2,581%) e da taxa a 12 meses (2,499%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, caiu hoje para 2,581%, menos 0,005 pontos do que na quinta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a novembro mostram que a Euribor a seis meses representava 37,47% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável. Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 32,92% e 25,58%, respetivamente.

Já no prazo de 12 meses, a taxa Euribor avançou hoje para 2,499%, mais 0,006 pontos.

Em sentido contrário, a Euribor a três meses recuou hoje, ao ser fixada em 2,641%, menos 0,032 pontos do que na sessão anterior e um novo mínimo desde 10 de fevereiro de 2023.

Em dezembro, a média da Euribor desceu de novo a três, a seis e a 12 meses, menos acentuadamente do que em novembro e com mais intensidade no prazo mais curto.

A média da Euribor em dezembro desceu 0,182 pontos para 2,825% a três meses (contra 3,007% em novembro), 0,156 pontos para 2,632% a seis meses (contra 2,788%) e 0,070 pontos para 2,436% a 12 meses (contra 2,506%).

Em 12 de dezembro, como esperado pelos mercados, o BCE cortou, pela quarta vez em 2024 e pela terceira reunião consecutiva, as taxas diretoras em 25 pontos base.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 30 de janeiro em Frankfurt.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

24.01.2025

Abordagem suave de Trump às tarifas lança "benchmark" europeu para novo máximo histórico

Os principais índices europeus estão a negociar em alta esta sexta-feira com o índice de referência Stoxx 600 a alcançar máximos históricos pela segunda sessão consecutiva e a caminho da quinta sessão seguida de ganhos.

A animar os investidores estão comentários do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Económico Mundial em Davos que reiteraram uma abordagem mais suave às tarifas, em particular à China. Horas mais tarde, o novo inquilino da Casa Branca voltou a passar essa mensagem, numa entrevista à Fox News, ao afirmar que preferia não ter de usar tarifas contra a segunda maior economia do mundo.

O "benchmark" do Velho Continente soma 0,37% para 523,3 pontos, após ter chegado a tocar os 523,59 pontos - o valor mais elevado de sempre -, com os setores mineiro e automóvel a pularem mais de 2%. A beneficiar o setor automóvel poderá estar uma interpretação das palavras de Trump relativamente à imposição de tarifas à China e que poderá demonstrar alguma relutância em impor estas taxas à União Europeia.

Ainda a valorizar mais de 1% está o setor de bens pessoais e para a casa, à boleia de um pulo superior a 12% da Burberry, depois de a marca ter divulgado que as vendas se reduziram menos do que o esperado no terceiro trimestre fiscal. Outras gigantes do luxo como a LVMH (3,11%) e a Kering (9,24%) saíram também beneficiadas.

Já o setor da banca soma 0,36% e centra atenções depois de o Banca Monte dei Paschi ter anunciado uma oferta de 13,3 mil milhões de euros pela totalidade do capital do Mediobanca, que poderá ser considerada hostil. O Monte dei Paschi perde 5,05%, enquanto o Mediobanca sobe 6,18%.

O preço oferecido pelo banco resgatado - de 23 ações por cada 10 do Mediobanca - representa um prémio de 5% face ao valor de fecho dos títulos na quinta-feira.

Também as telecomunicações estão em destaque, a perder mais de 1%, pressionadas por uma queda de 8,38% da Ericsson que revelou resultados de 2024 que ficaram abaixo do esperado pelos analistas, pressionada por menor faturação na Índia.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax soma 0,35%, o francês CAC-40 valoriza 1,01%, o italiano FTSEMIB ganha 0,84%, o britânico FTSE 100 avança 0,04% e o espanhol IBEX 35 ganha 0,3%. Por cá, o PSI sobe 0,18%.

Em Amesterdão, o AEX regista um decréscimo de 0,26%.

24.01.2025

Juros pouco mexem na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão praticamente inalteradas esta sexta-feira, com os investidores centrados em indicadores de atividade económica referentes a janeiro, que deverão permitir melhor compreender como estão as economias do Velho Continente neste início de ano.


As Bunds alemãs a dez anos, que servem de referência para o bloco europeu, agravam-se 1,2 pontos base para 2,538%. Já a rendibilidade da dívida francesa, com a mesma maturidade, cede 0,2 pontos base para 3,300%.

Por cá, as "yields" das obrigações do Tesouro e da dívida espanhola também a dez anos estão inalteradas nos 2,961% e 3,179%, respetivamente. Já as "yields" da dívida italiana aliviam 0,5 pontos para 3,639%.

Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas a dez anos recuam 3 para 4,603%.

24.01.2025

Dólar mais fraco e incerteza gerada por Trump levam ouro a máximos de quase três meses

Os preços do ouro estão a valorizar, em máximos de quase três meses e a caminho da quarta semana consecutiva de ganhos, impulsionados por maior incerteza em torno de tarifas às importações para os Estados Unidos e pedidos de redução de juros por parte de Trump, que têm estado a pesar no dólar.

O metal soma 0,7% para 2.774,05 dólares por onça.

A impulsionar os preços do ouro está uma descida do dólar, que caminha para a maior queda semanal em dois meses, o que torna o metal, que negoceia em dólares, menos dispendioso para compradores em moeda estrangeira.

O índice de dólar – que mede a força da nota verde face às suas principais rivais -, perde 0,24% para os 107,79 dólare, enquanto o euro soma 0,48% para 1,0465 dólares.

A descida da "nota verde" acontece numa altura em que o novo Presidente dos Estados Unidos têm ido contra as expectativas do mercado, que previam tarifas elevadas para os principais parceiros comerciais da maior economia mundial. A falta de clareza das declarações de Trump tem levado os investidores a procurarem refúgio junto de outros ativos, como o euro.

Já o iene ganha 0,55% para 0,0064 dólares, depois de o Banco do Japão ter subido juros pela primeira vez desde julho para o valor mais elevado em 17 anos.

24.01.2025

Petróleo pressionado por pedidos de Trump para redução de preços

Os preços do petróleo seguem a recuar, embora ligeiramente, depois de o novo Presidente dos Estados Unidos ter anunciado planos para aumentar a produção nos Estados Unidos e ter dito, num discurso por videoconferência no Fórum Económico Mundial em Davos, que vai pedir à Arábia Saudita e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) para reduzirem os preços.

"Vou pedir à Arábia Saudita e à OPEP que baixem os preços do petróleo", disse, argumentando que "se os preços descessem a guerra na Ucrânia acabava imediatamente".

O West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA – desvaloriza 0,15% para os 74,51 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – cede 0,13% para os 78,19 dólares por barril. Os dois contratos caminham para um saldo semanal negativo superior a 3%.

"Para já, Trump tem sido imprevisível, como previsto, levando a movimentações nos preços do petróleo de forma volátil e orientada para os títulos noticiosos", conclui à Reuters Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, relativamente à primeira semana do segundo mandato do republicano.

24.01.2025

Bolsas mundiais animadas com postura de Trump sobre tarifas. Futuros da Europa em alta

Os principais índices europeus apontamm para uma nova sessão de ganhos esta sexta-feira, com os futuros sobre o Euro Stoxx 50 a avançarem 0,32%, mantendo o índice de referência europeu a caminho de um novo máximo histórico, depois de ter alcançado um recorde na sessão anterior.

Comentários do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Económico Mundial em Davos reiteraram uma abordagem mais suave às tarifas, em particular à China. Horas mais tarde, o novo inquilino da Casa Branca voltou a passar essa mensagem, numa entrevista à Fox News, ao afirmar que preferia não ter de usar tarifas contra a segunda maior economia do mundo.

Na Ásia, o sentimento foi positivo nas praças chinesas após os comentários de Trump. Em Hong Kong, o Hang Seng soma 1,67%, enquanto o Shanghai Composite sobe 0,7%

Já no Japão os principais índices reagiram ligeiramente a uma subida de juros pelo Banco do Japão em 25 pontos base para o nível mais elevado em 17 anos. O Topix deslizou 0,02% e o Nikkei cedeu 0,07%. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,85%, antes de um feriado.

O índice agregador dos principais índices mundiais, o MSCI all-country share, avança pelo nono dia consecutivo - a confirmar-se no fecho seria a maior série de ganhos consecutiva num ano.

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