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Retaliação do embargo ao crude russo vai chegar pela inflação
Os líderes europeus acordaram um embargo ao petróleo russo, que irá reduzir em cerca de 90% as importações pelo bloco comunitário até ao final do ano. A decisão deverá colocar nova pressão sobre a inflação, já em recordes, e na estratégia do Banco Central Europeu.

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A Europa está a reforçar as sanções à Rússia, num sexto pacote de restrições, que avança com o tão aguardado embargo ao petróleo russo. O corte será gradual para não comprometer o abastecimento, mas os efeitos colaterais para o bloco comunitário deverão chegar de qualquer forma por via da inflação.