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Toyota pressiona acções asiáticas
As acções asiáticas negociaram entre ganhos e perdas, numa sessão de sentimento misto. As companhias petrolíferas e de transporte marítimo desvalorizaram, enquanto a maior empresa de telecomunicações valoriza. A Toyota voltou a anunciar uma recolha de automóveis e foi a cotada que mais pesou no índice de referência para a Ásia e Pacifico.
10 de Março de 2010 às 07:44
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O MSCI Ásia – Pacifico negoceia pouco alterado, próximo dos 122,92 pontos, com cerca de cinco acções a subir por cada quatro que descem. O índice valorizou 74% desde 9 de Março, quando atingiu um mínimo após a falência do Lehman Brothers em Setembro de 2008.
Em Tóquio, o Nikkei desceu 0,04% para 10.563,92 pontos e o Topix recuou 0,21% para 922,44 pontos. O Shangai Composite desceu 0,04%, apesar de ter sido anunciado hoje que o seu excedente comercial desceu para o valor mais baixo em um ano.
“Não temos um catalizador, por isso estou à espera que hoje as acções oscilem sem uma direcção certa”, disse o gestor de fundos da Nikko Cordial Securities, Hiroichi Nishi à Bloomberg.
A Toyota recuou 1,4% para 3.445 ienes e foi o título que mais pressionou o índice MSCI Ásia – Pacifico, depois de ter anunciado o prolongamento de uma recolhe de carrinhas nos Estados Unidos.
A STX Pan Ocean recuou 0,8% depois de o índice Baltic Dry, que indica os custos de transporte de matérias-primas, ter recuado 1,5% ontem, naquela que foi a sua primeira descida desde 24 de Fevereiro.
A BHP Billiton, que é a maior petrolífera da Austrália depreciou 0,4% para 43,24 dólares australianos (28,9 euros), a ajustar a uma descida de 0,5% do petróleo ontem em Nova Iorque.
A Telstra avançou 2,7% em Sydney, depois de a imprensa australiana ter reportado que o ministro da Comunicações não vai ter o apoio necessário do parlamento para dividir a empresa.