Notícia
Setor cripto rejeita agravar para já custo aos clientes
O OE 2023 cria novos encargos aos intermediários e novos deveres de reporte, mas o setor promete não subir comissões, apesar do aumento do esforço de “compliance”. Já sobre o imposto do selo sobre transações com estes ativos, há ainda dúvidas sobre a aplicação.
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As financeiras cripto a operar em Portugal deverão passar no próximo ano a ser abrangidas por um novo regime tributário. A proposta inscrita no Orçamento do Estado (OE) para 2023, que entrará em vigor em janeiro caso seja aprovada no Parlamento, traz novos deveres de reporte, exigindo um maior custo de “compliance”. Para já, não se esperam agravamentos de custos.