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Elon Musk volta a despedir no Twitter. Pelo menos 200 trabalhadores afetados
Foram despedidos gestores de produto, engenheiros e outros especialistas, que trabalhavam com "machine learning" do Twitter e outras áreas ligadas ao funcionamento da rede social.
O Twitter despediu 10% da sua força de trabalho atual neste fim de semana, ou seja pelo menos 200 trabalhadores, segundo avança o New York Times (NYT). A nova onda de despedimentos já tinha sido avançada, mas não havia um número certo.
O The Information - um site noticioso dedicado à área tecnológica - adianta que os últimos cortes de empregos visam compensar a queda na receita após a aquisição por Elon Musk e reduzir ainda mais a equipa, que já encolheu pelo menos 70%, para cerca de 2.000, desde a mudança na gestão.
Segundo fontes conhecedoras do assunto, contactadas pelo diário norte-americano, foram despedidos nesta nova vaga gestores de produto, engenheiros e outros especialistas, que trabalhavam com "machine learning" do Twitter e outras áreas ligadas ao funcionamento da rede social.
No início de novembro, o Twitter demitiu cerca de 3.700 funcionários numa medida justificada com a necessidade de implementar um corte de custos após a compra por Elon Musk. O multimilionário adquiriu a empresa por 44 mil milhões de dólares (cerca de 41 mil milhões de euros).
Musk disse em novembro que o serviço estava a atravessar uma "queda maciça na receita", depois de os anunciantes terem reduzido o investimento em publicidade naquela rede social, com receios relativos à eventual falta moderação dos conteúdos.