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Portugueses entre os europeus mais adeptos dos "wearables"

Os portugueses estão a tornar-se mais adeptos de tecnologia e isso é visível quando adotam relógios e óculos inteligentes para fazer parte do seu dia a dia. Em casa, população opta pelos aspiradores.

Smartwatch 3 da Sony
Aspiradores, frigoríficos, fornos e máquinas de café são algumas das opções inteligentes que os portugueses gostam de ter em casa. Reuters
01 de Abril de 2025 às 16:02
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Um relógio inteligente, óculos e mesmo auscultadores. Estes são exemplos de equipamentos digitais presente no dia a dia dos portugueses, mas compõem o universo de (Internet of Things) IoT, cada vez mais utilizado pela população nacional. 

Dados da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) mostram que 41,6% dos utilizadores com acesso à internet em Portugal possuíam algum tipo de equipamento de uso pessoal com acesso à rede em 2024, num aumento de 3,2 pontos percentuais face a 2022. 

Os valores do regulador das telecomunicações indica que 36,9% da população nacional tinha um equipamento de uso pessoal com acesso à internet, com Portugal a ficar acima da média da União Europeia na utilização deste tipo de dispositivos. 

Entre os favoritos dos portugueses estão os relógios, pulseiras, óculos e auscultadores e "tags" de GPS

No que refere os equipamentos domésticos - fala-se de aspiradores, televisões inteligentes ou assistentes virtuais -, a utilização não é tão disseminada. A Anacom sustenta que 27,1% dos utilizadores em Portugal dispunham de "algum equipamento doméstico com ligação à internet, mais 4,7 pontos percentuais do que em 2022".

Assim, 24% da população dispunha de algum tipo deste equipamento doméstico. Neste tópico, Portugal ficou abaixo da média europeia, embora os eletrodomésticos, assistentes virtuais e soluções de segurança estejam entre as opções preferidas dos portugueses.

No entanto, a análise da Anacom sustentou razões que apelam à não utilização deste tipo de equipamentos ou sistemas. A "ausência de necessidade de utilização" foi avançada por 69,1% dos inquiridos, seguida pelos custos elevados (38,9%) e posteriormente as preocupações com a segurança informática (29,4%).

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