Notícia
Livraria Barata com dívidas de 4,5 milhões a 808 credores
Nascida nas brumas da ditadura, em 1957, a histórica livraria da Avenida de Roma, em Lisboa, tornou-se num símbolo de resistência ao fascismo, o que valeu ao seu fundador a perseguição da polícia política. Em maio já alertava que “corre o risco de fechar”. Está na antecâmara da falência.

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A 17 de dezembro passado, era anunciado que a Livraria Barata iria entrar numa nova vida aliada à Fnac, numa parceria, estritamente comercial, promovida pela Câmara de Lisboa, no âmbito do programa municipal “Lojas com História”, passando o histórico espaço da Avenida de Roma a acrescentar ao seu logótipo “powered by Fnac”.