Notícia
Fugiram 8,7 mil milhões dos depósitos dos maiores bancos
No primeiro trimestre do ano saíram dos depósitos dos maiores bancos 8,7 mil milhões de euros. A justificação consensual é que os certificados de aforro estão a captar uma grande fatia das poupanças, mas a amortização antecipada do crédito da casa também contribuiu.

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Os maiores bancos a operar em Portugal tardaram em subir as taxas de juro dos depósitos e, mesmo quando o fizeram, Portugal manteve-se na cauda da Europa e por lá ainda permanece. À procura de retornos mais atrativos e com o crédito a pressionar as despesas mensais, famílias e empresas retiraram 8,7 mil milhões de euros dos cofres dos bancos no primeiro trimestre.