Notícia
Bancos antecipam impacto de crises de materiais e energia
A “bomba-relógio” das moratórias não se confirmou e o serviço de dívida está a ser retomado pela maioria dos clientes. Mas, agora, há outro risco: as consequências da escassez de materiais e da crise energética. Bancos decidem manter prudência.

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As atenções estavam viradas para o dia 30 de setembro de 2021, quando a maioria das moratórias chegava ao fim e, temiam as empresas, Portugal poderia assistir a uma onda de falências. O tema não está ultrapassado e já há processos de reestruturação de dívida em curso, mas, garantem agora os bancos, o efeito de “bomba-relógio” que chegou a ser antecipado não se confirmou. Só que nem por
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