Notícia
FMI assume perspetivas de crescimento para 2023 "mais pessimistas"
No "outlook" divulgado a 11 de outubro, o FMI reviu as perspetivas de crescimento global em 2023 para 2,7%. A um dia do arranque da cimeira do G20, instituição aponta que indicadores recentes confirmam que o cenário "é mais pessimista".
As perspetivas do FMI para o crescimento da economia mundial no próximo ano são mais pessimistas do que o previsto há um mês. O alerta foi partilhado por um economista no blog da instituição, um dia antes do arranque da cimeira do G20 em Bali, na Indonésia.
No "outlook" divulgado a 11 de outubro, o FMI reviu as perspetivas de crescimento mundial em 2023 para 2,7%. Agora, a instituição aponta que indicadores recentes confirmam que o cenário "é mais pessimista".
Apesar de os dados do PIB no terceiro trimestre terem "surpreendido pela positiva em algumas das maiores economias", o FMI refere que o indicador que mede a atividade das empresas de diferentes setores (PMI) apontam para um "fraqueza no quarto trimestre, particularmente na Europa".
"Na China, os confinamentos intermitentes e as dificuldades no setor imobiliário estão a contribuir para um abrandamento que poder ser visto não só no PMI, mas também no investimentos, na produção industrial e nas vendas a retalho", salienta o Fundo Monetário Internacional, acrescentando que tudo isto terá "inevitavelmente" um impacto significativo na economia de outros países.
Ainda assim, a instituição apela que se continue a ter como prioridade o combate à inflação, que tem contribuído para uma perda de poder de compra.
No "outlook" divulgado a 11 de outubro, o FMI reviu as perspetivas de crescimento mundial em 2023 para 2,7%. Agora, a instituição aponta que indicadores recentes confirmam que o cenário "é mais pessimista".
"Na China, os confinamentos intermitentes e as dificuldades no setor imobiliário estão a contribuir para um abrandamento que poder ser visto não só no PMI, mas também no investimentos, na produção industrial e nas vendas a retalho", salienta o Fundo Monetário Internacional, acrescentando que tudo isto terá "inevitavelmente" um impacto significativo na economia de outros países.
Ainda assim, a instituição apela que se continue a ter como prioridade o combate à inflação, que tem contribuído para uma perda de poder de compra.