Notícia
Governo aprova 200 milhões de euros para revitalizar região do Pinhal Interior
Em causa, as áreas atingidas pelos grandes incêndios de 2017. Vão ser criadas equipas para ajudar na fase de candidaturas e execução dos projetos em domínios como o turismo, a atração de empresas e fixação de pessoas.
O Governo aprovou, em Conselho de Ministros desta quinta-feira, a inclusão de 200 milhões de euros de fundos europeus para projetos de revitalização do Pinhal Interior ainda por causa da destruição causada pelos grandes incêndios de 2017.
"Aprovámos a inclusão de 200 milhões de euros de apoio a concretizar através do plano de recuperação e resiliência e do próximo quadro comunitário do Portugal 2030", afirmou a ministra da Coesão, Ana Abrunhosa, acrescentando que os projetos são dirigidos aos domínios "mais fragilizados": demografia e habitação, dinamização da economia local, turismo, ambiente, floresta e ordenamento.
Além do reforço de verbas, os projetos para o plano de revitalização vão ser acompanhados por "uma equipa que vai andar no terreno para apoiar as autarquias". "Essa é a grande diferença quando abrem os avisos ou ainda antes prepararem os atores e ajudarem a fazer as candidaturas que serão avaliadas pela comissão de coordenação e desenvolvimento regional de centro (CCDR).
A ministra salientou os projetos para atrair empresas para esta região do interior com a construção de "áreas de acolhimento empresarial com melhor conectividade digital", detalhou a ministra Ana Abrunhosa.
Também serão apoiados projetos para a reabilitação de aldeias e promoção do turismo, com o envolvimento do Ministério da Economia.
O plano de revitalização tem um período de implementação de cinco anos e os avisos de concursos serão abertos pela CCDR do Centro.
A ministra da Coesão deu ainda o exemplo da criação do centro de competências geoespacial para o cadastro do território em Penela "para concluir o cadastro simplificado dos prédios rústicos e mistos".
"Aprovámos a inclusão de 200 milhões de euros de apoio a concretizar através do plano de recuperação e resiliência e do próximo quadro comunitário do Portugal 2030", afirmou a ministra da Coesão, Ana Abrunhosa, acrescentando que os projetos são dirigidos aos domínios "mais fragilizados": demografia e habitação, dinamização da economia local, turismo, ambiente, floresta e ordenamento.
A ministra salientou os projetos para atrair empresas para esta região do interior com a construção de "áreas de acolhimento empresarial com melhor conectividade digital", detalhou a ministra Ana Abrunhosa.
Também serão apoiados projetos para a reabilitação de aldeias e promoção do turismo, com o envolvimento do Ministério da Economia.
O plano de revitalização tem um período de implementação de cinco anos e os avisos de concursos serão abertos pela CCDR do Centro.
A ministra da Coesão deu ainda o exemplo da criação do centro de competências geoespacial para o cadastro do território em Penela "para concluir o cadastro simplificado dos prédios rústicos e mistos".