Notícia
Entrada na bolsa portuguesa não faz parte dos planos da Arqueonautas
A entrada na bolsa portuguesa não faz parte dos planos da empresa Arqueonautas que se encontra cotada no Open Market da bolsa alemã no curto/médio prazo. A reduzida liquidez do mercado nacional é um dos motivos apontados por Miguel Moura, director financeiro da companhia portuguesa de arqueologia subaquática.
A entrada na bolsa portuguesa não faz parte dos planos da empresa Arqueonautas que se encontra cotada no Open Market da bolsa alemã no curto/médio prazo. A reduzida liquidez do mercado nacional é um dos motivos apontados por Miguel Moura, director financeiro da companhia.
“Nós estamos na bolsa alemã e para o tipo de segmento em que nós estamos a liquidez do mercado português praticamente não existe”, explicou Miguel Moura ao Negócios, à margem da “Primeira Conferência de Mercados de Capitais do Estoril”, organizada pela Public Research.
Segundo o mesmo responsável, “a liquidez do mercado alemão face ao português é multiplicada quase por cem, daí que não faria muito sentido estar na bolsa portuguesa, por não ter dimensão”. “Não direi que não. No entanto, não faz parte dos planos a curto/médio prazo”, completou.
Para Miguel Moura, para a entrada no mercado principal português, o PSI-20, a empresa nacional teria “que crescer”, ou seja, “depois de 2015, com uma estrutura diferente, aí já teríamos mais dimensão e o mercado já nos iria ver com olhos diferentes”, concluiu.
A Arqueonautas Worldwide foi criada em 1995, na Madeira, e tem como objectivo preservar o património cultural submerso, efectuando explorações arqueológicas e escavações em zonas de naufrágios históricos.
“Nós estamos na bolsa alemã e para o tipo de segmento em que nós estamos a liquidez do mercado português praticamente não existe”, explicou Miguel Moura ao Negócios, à margem da “Primeira Conferência de Mercados de Capitais do Estoril”, organizada pela Public Research.
Para Miguel Moura, para a entrada no mercado principal português, o PSI-20, a empresa nacional teria “que crescer”, ou seja, “depois de 2015, com uma estrutura diferente, aí já teríamos mais dimensão e o mercado já nos iria ver com olhos diferentes”, concluiu.
A Arqueonautas Worldwide foi criada em 1995, na Madeira, e tem como objectivo preservar o património cultural submerso, efectuando explorações arqueológicas e escavações em zonas de naufrágios históricos.