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Deixar grandes reformas para mais tarde põe retoma em risco
Implementação tardia das principais reformas previstas no PRR pode dificultar absorção dos fundos europeus e fragilizar a recuperação económica. Há ainda reformas que “não são suficientes” para resolver problemas do país, alerta CEPS.
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Apesar de ser um dos países que dão um maior cunho reformista ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), Portugal adia as principais reformas estruturais previstas para o penúltimo ano de aplicação de fundos. A conclusão é de um estudo realizado pelo Centre for European Policy Studies (CEPS), que alerta que a chegada tardia de reformas ao terreno pode comprometer a execução do PRR e, com isso, a própria
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