Opinião
Não há paciência para tanta asneira
Quem não sabe nadar não se aventura longe. António Costa resolveu dar umas braçadas fora da rebentação. Quando lhe falou o pé atirou-se aos outros banhistas que, segundo ele, deviam tê-lo ajudado. Não há paciência.
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Era uma vez um primeiro-ministro que não perdia uma para fazer boa figura. Quando as notícias eram boas, pulava para a primeira fila. Quando eram más, encontrava logo culpados.
Foi assim com a solução para o BPI (de mistura com Isabel dos Santos). Foi assim com a venda do novobanco (onde ele e o seu escudeiro, das Finanças, juraram que não custaria nada ao contribuinte…).
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