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Nervosismo aumenta com impasse da dívida dos EUA
Quando a crise na banca regional norte-americana começava a acalmar, os mercados dos EUA têm nova razão para preocupação. O limite máximo ao endividamento foi alcançado em janeiro e os Republicanos pedem cortes na despesa para desbloquear uma revisão.
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“Os mercados estão a ficar nervosos com o impasse no tecto da dívida dos EUA, que vai começar a morder os calcanhares em julho”. A avaliação é Thomas Hempell, líder de análise económica e de mercado da Generali Investments, mas replica tanto o comportamento dos investimentos como os avisos da administração de Joe Biden.