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EDP quer cortar até 7% dos trabalhadores em Portugal

Elétrica não confirma dados avançados por fontes sindicais ao Expresso, e afirma que "todos os anos a empresa promove programas de renovação de quadros à escala global".

21 de Março de 2025 às 08:50
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A EDP convidou no final do ano passado 7% da sua força de trabalho em Portugal a sair por via de rescisões amigáveis e reformas antecipadas, de acordo com dados avançados ao semanário Expresso pelo Sindel — Sindicato Nacional da Indústria e da Energia.

O jornal escreve nesta sexta-feira que a EDP terminou 2024 com 12.596 trabalhadores, menos 3,4% que no ano anterior. Em Portugal, o ano terminou com 5.466 trabalhadores, menos 3,8% que em 2023. E avança que as reduções não devem ficar por aqui, com o Sindel a relatar que  no final do ano passado a elétrica convidou a sair mais de uma centena de trabalhadores em Portugal por rescisões amigáveis e cerca de 300 por reformas antecipadas, sendo 7% da força de trabalho no mercado nacional.

A maioria dos convites à rescisão não terá sido bem sucedida, mas as saídas estarão a intensificar-se neste ano, abrangendo diferentes áreas e departamentos da EDP, segundo o Expresso, que dá conta também de resultados a um inquérito aos trabalhadores que apontam para diminuição da confiança na administração da elétrica.

Ao jornal, a EDP não confirma o número de propostas de rescisão feitas, mas indica que "todos os anos a empresa promove programas de renovação de quadros à escala global, procurando assim responder aos desafios de mercado e ajustar as suas equipas às novas dinâmicas". Outra fonte ouvida pelo Expresso indica que o número de propostas terá sido inferior a 400. 

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