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Líderes europeus apoiam Zelensky após confronto com Trump

O encontro entre o Presidente ucraniano e o seu homólogo norte-americano terminou de forma abrupta após uma troca de palavras acesa. Zelensky abandonou a Casa Branca sem assinar o acordo sobre recursos naturais, o motivo pelo qual se tinha deslocado a Washington.

Brian Snyder / Reuters
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A acesa discussão entre o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, no encontro desta sexta-feira na Casa Branca e que culminou com o líder ucraniano a abandonar Washington sem assinar o acordo sobre a exploração de recursos minerais está a gerar uma onda de apoio dos líderes europeus a Kiev.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, optou por uma mensagem em ucraniano em que diz "a sua dignidade honra o povo ucraniano. Seja forte, seja corajoso, seja destemido. Nunca estará sozinho, querido Presidente Zelensky. Continuaremos a trabalhar consigo para uma paz duradoura e justa".

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, recorreu igualmente às redes sociais para expressar o apoio a Kiev, assegurando que Portugal manterá a solidariedade com a Ucrânia.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, que terminou hoje uma visita de dois dias a Portugal, apelou ao "respeito por aqueles que têm estado a lutar desde o início".

Também Donald Tusk, primeiro-ministro polaco, recorreu às redes sociais para manifestar o seu apoio a Zelensky. 

"Querido Presidente Zelensky, queridos amigos ucranianos, vocês não estão sozinhos", escreveu.

O líder do Governo espanhol, Pedro Sánchez, também recorreu à rede social X (antigo Twitter) para expressar a solidariedade de Madrid com Kiev.

"Ucrânia, Espanha está contigo", escreveu numa mensagem em castelhano, inglês e ucraniano.

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