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EUA perguntam à Europa como devem forças de paz na Ucrânia reagir em caso de ataque

Enviado especial dos Estados Unidos para a Ucrânia e Rússia, Keith Kellogg, estará à procura de contributos dos aliados antes de apresentar opções ao Presidente norte-americano, Donald Trump.

A invasão russa da Ucrânia relançou a necessidade de reforçar o investimento militar sobretudo na Europa.
Reuters
17 de Fevereiro de 2025 às 12:34
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Os Estados Unidos instaram os países europeus a especificar que garantias de segurança estão dispostos a fornecer à Ucrânia para assegurar um acordo de paz duradouro e como é que os aliados devem reagir se tropas que vierem a destacar forem atacadas pela Rússia.

Segundo documentos a que a Bloomberg News teve acesso, a administração do Presidente Donald Trump procura obter detalhes de como os aliados europeus poderiam contribuir para garantias para Kiev e para travar Moscovo no futuro.

Além disso, Washington também pretende saber até que ponto os aliados europeus estão disponíveis para enviar tropas como parte de um eventual acordo de paz, assim como que apoio por parte dos Estados Unidos entendem que seria necessário para o alcançar e o que podem fazer neste momento para reforçar a posição negocial da Ucrânia.

Estes são aspetos que o enviado especial dos Estados Unidos para a Ucrânia e Rússia, deverá abordar num encontro com responsáveis europeus ainda este mês, de acordo com diplomatas europeus que falaram sob a condição de anonimato à agência, que noticiou anteriormente que Keith Kellogg estará em busca de contributos dos aliados antes de avançar com a apresentação de opções ao Presidente norte-americano.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, vai reunir "os principais países europeus" em Paris, esta segunda-feira, para discutirem a "segurança europeia", um encontro que tem lugar no dia seguinte à Conferência de Segurança de Munique, marcada por um discurso hostil do vice-presidente norte-americano, JD Vance, contra a União Europeia, que acusou de não respeitar a "liberdade de expressão", e pela confirmação de que os americanos estavam a considerar negociações sobre a Ucrânia sem os europeus.

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