Notícia
Inflação da Zona Euro atinge máximo de seis anos
Os preços ao consumidor aumentaram 2,2% em Outubro deste ano, acelerando face ao mês anterior. É a taxa de inflação mais elevada desde Dezembro de 2012.
A inflação da Zona Euro aumentou 2,2% em Outubro deste ano, em termos homólogos, segundo a estimativa rápida do Eurostat. Este é o maior crescimento dos preços ao consumidor desde Dezembro de 2012.
No entanto, a componente de energia continua a ser um dos motores do aumento dos preços. Os preços da energia registaram uma variação homóloga de 10,6% em Outubro, acelerando face aos 9,5% em Setembro. Excluindo este item, que é tradicionalmente volátil, a inflação sobe apenas 1,3%.
Os preços da componente comida, álcool e tabaco aumentaram 2,2% (2,6% em Setembro) e na dos serviços subiram 1,5% (1,1% em Setembro).
Esta aceleração dos preços acontece numa altura em que a economia está a enfraquecer. No terceiro trimestre, segundo a estimativa rápida do Eurostat, a economia cresceu 1,7%, o ritmo mais baixo desde 2014.
A 13 de Dezembro, o BCE deverá actualizar as suas projecções para a economia e a inflação até 2020. Para já, Mario Draghi não mostra preocupação - "é um momento mais fraco, não é uma desaceleração", disse -, tendo mantido a decisão de terminar as compras de dívida no final deste ano.
Em Portugal, a taxa de inflação caiu de 1,4%, em Setembro, para 1% em Outubro, invertendo-se assim a tendência de aceleração.
(Notícia actualizada pela última vez às 10h40)
Em Setembro, a inflação da Zona Euro aumentou para 2,1%, acelerando face a Agosto, devido sobretudo à subida do custo da energia. Desta forma, a confirmar-se a estimativa rápida de Outubro, a inflação da Zona Euro já está acima da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma inflação abaixo, mas próxima de 2%.Euro area #inflation up to 2.2% in October 2018: flash estimate https://t.co/tnvXgla7Nx pic.twitter.com/0ZezyWcMm5
— EU_Eurostat (@EU_Eurostat) 31 de outubro de 2018
No entanto, a componente de energia continua a ser um dos motores do aumento dos preços. Os preços da energia registaram uma variação homóloga de 10,6% em Outubro, acelerando face aos 9,5% em Setembro. Excluindo este item, que é tradicionalmente volátil, a inflação sobe apenas 1,3%.
Os preços da componente comida, álcool e tabaco aumentaram 2,2% (2,6% em Setembro) e na dos serviços subiram 1,5% (1,1% em Setembro).
Esta aceleração dos preços acontece numa altura em que a economia está a enfraquecer. No terceiro trimestre, segundo a estimativa rápida do Eurostat, a economia cresceu 1,7%, o ritmo mais baixo desde 2014.
A 13 de Dezembro, o BCE deverá actualizar as suas projecções para a economia e a inflação até 2020. Para já, Mario Draghi não mostra preocupação - "é um momento mais fraco, não é uma desaceleração", disse -, tendo mantido a decisão de terminar as compras de dívida no final deste ano.
Em Portugal, a taxa de inflação caiu de 1,4%, em Setembro, para 1% em Outubro, invertendo-se assim a tendência de aceleração.
(Notícia actualizada pela última vez às 10h40)