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Luís Cunha: Há um sentimento de orfandade por parte do Ocidente alargado

A China tem pressa em pôr em marcha o sonho de dominar o mundo através de uma nova Rota da Seda e de se tornar uma grande potência militar global, mas é cautelosa, diz Luís Cunha, especialista em geopolítica da China. Pequim acredita que os EUA estão a autoinfligir-se na questão da guerra das tarifas e vai ocupar todo o espaço vazio deixado por Washington no sistema internacional. Para o autor do livro “Taiwan: Paz e guerra na Ásia”, publicado pelas Edições 70, o que se passar na Ucrânia vai ser determinante para o dossiê quente da reunificação com a ilha.
Filipa Lino e Miguel Baltazar - Fotografia 28 de Março de 2025 às 11:00

A ideia, que existe no Ocidente, da "paciência de chinês" não corresponde totalmente à verdade. A China tem pressa em pôr em marcha o sonho de dominar o mundo através de uma nova Rota da Seda e de se tornar uma grande potência militar global, mas é cautelosa, diz Luís Cunha, especialista em geopolítica da China. Pequim acredita que os EUA estão a autoinfligir-se na questão da guerra das tarifas e vai ocupar todo o espaço vazio deixado por Washington no sistema internacional. Para o autor do livro "Taiwan: Paz e guerra na Ásia", publicado pelas Edições 70, o que se passar na Ucrânia vai ser determinante para o dossiê quente da reunificação com a ilha. Tudo dependerá da postura dos EUA. Esta guerra na Europa está a ser "o grande laboratório mundial na área da defesa", refere. E Pequim está a tirar lições.


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