Notícia
Banco do Fomento no retalho “é retrocesso de 10 anos”
A Associação Portuguesa de Capital de Risco abre esta sexta-feira um novo ciclo, com uma nova direção. Nuno Gaioso Ribeiro, que deixará a presidência, fala dos desafios da indústria, alertando para a necessidade de se preparar os instrumentos de capitalização das empresas.
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"Se o Banco Português de Fomento (BPF) for um banco retalhista, e não grossista como acontece na generalidade dos países europeus, é um retrocesso de 10 anos", atira Nuno Gaioso Ribeiro, presidente da C2 - Capital Partner que até esta sexta-feira lidera a Associação Portuguesa de Capital de Risco (APCRI), cargo assumido durante seis anos. Agora deixa a presidência da associação, dizendo ser necessário abrir um novo ciclo.
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