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Energia liga PSI à corrente. Grupo EDP avança 2%

EDP, EDP Renováveis e Galp registavam as valorizações mais expressivas no arranque da sessão.

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A bolsa de Lisboa arrancou a semana a valorizar, com o índice de referência, o PSI, a avançar 0,87% para 6.865,38 pontos, em linhas com as praças europeias abertas a esta hora.

Das 15 principais cotadas, apenas uma registava perdas e duas mantinham-se inalteradas. As restantes 12 negociavam em alta. 

O setor energético era o que dava mais força ao PSI nos primeiros minutos de negociação, com a EDP Renováveis à cabeça. A empresa de energia verde valorizava 2,02% para 8,28 euros, seguida da casa-mãe, EDP, que subia 1,99% para 3,177 euros, depois de, na sexta-feira, a energética ter vendido a participação que detinha em duas centrais hidroelétricas no Brasil à subsidiária local da Engie por 190 milhões de euros. A valorização acontece mesmo com a Bernstein a cortar o preço-alvo da energética - é mais uma casa de investimento a reduzir as perspetivas de crescimento da EDP.

O avanço da EDP acontece também numa altura em que dados da Agência Internacional da Energia indicam que a procura mundial de energia acelerou 2,2% em 2024 impulsionada pela eletricidade.

Também a Galp acordou em maré verde, avançando 0,84% para 15,58 euros, acompanhando os preços do petróleo que, esta manhã, sobem tanto em Londres como em Nova Iorque.

Entre os pesos-pesados da bolsa nacional destaca-se ainda o BCP, que ganhava 0,66%para 0,5484 euros, corrigindo as perdas acentuadas da semana passada após uma recomendação de venda pelo Intesa Sanpaolo. A Jerónimo Martins avança 0,31% para 19,26 euros, apesar da queda dos lucros de mais de 20% para 599 milhões em 2024.

Ainda a ganhar estavam a Ibersol (+0,69%), a Corticeira Amorim (+0,62%), os CTT (+0,54%), a Mota-Engil (+0,54%), a Navigator (+0,43%), a Semapa (+0,39%) e a Nos (+0,12%).

REN e Sonae mantinham-se inalteradas.

A única cotada com perdas era a Altri, que recuava 1,61% para 6,13 euros, apesar de ter visto os lucros dispararem 150% para 107 milhões em 2024.

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