Notícia
Portway disponível para regressar à "mesa das negociações" com trabalhadores
A Portway declara que todas as atenções da companhia estão viradas para conseguir reduzir os impactos da paralisação nos clientes, passageiros e infraestruturas aeroportuárias".
29 de Dezembro de 2019 às 18:07
A Portway, empresa de assistência em terra nos aeroportos e cujos trabalhadores terminam hoje uma greve de três dias, está disponível para regressar à "mesa das negociações" com sindicatos e encontrar soluções que permitam regressar à normalidade.
Numa nota por escrito enviada esta tarde à agência Lusa, a Portway declara que todas as atenções da companhia estão viradas para conseguir reduzir os impactos da paralisação nos clientes, passageiros e infraestruturas aeroportuárias" e apela ao "sentido de responsabilidade" do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Aviação Civil (SINTAC), que convocou a greve.
"A empresa apela ao sentido de responsabilidade do SINTAC e reitera que apenas com o regresso à mesa das negociações, será possível encontrar soluções que permitam o regresso à normalidade e acomodar reivindicações já consensualizadas em negociações anteriores que foram interrompidas por este sindicato", lê-se na nota.
A empresa de assistência em terra nos aeroportos reitera a sua disponibilidade para retomar as negociações com o SINTAC e restantes sindicatos, nas reuniões que se encontram já agendadas para o início de janeiro.
"A empresa pretende obter, desta negociação, um instrumento de regulamentação do trabalho único, com vantagens para os trabalhadores e que permita a sustentabilidade da empresa".
A adesão à greve dos trabalhadores da Portway tem estado a provocar atrasos e cancelamentos de voos em Lisboa e os constrangimentos naquele aeroporto podem piorar ao longo da tarde, disse hoje à Lusa fonte do SINTAC.
A adesão à paralisação no aeroporto de Lisboa está hoje entre 80% e 85%, no Porto entre 70% e 75% e Faro e Funchal 50%, disse a mesma fonte.
No dia 20 de dezembro, o SINTAC anunciou um pré-aviso de greve na Portway para hoje, sábado e domingo nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.
Na sexta-feira passada, a Portway disse que a "incoerência" do sindicato que convocou a paralisação "ameaça a empresa".
Numa nota por escrito enviada esta tarde à agência Lusa, a Portway declara que todas as atenções da companhia estão viradas para conseguir reduzir os impactos da paralisação nos clientes, passageiros e infraestruturas aeroportuárias" e apela ao "sentido de responsabilidade" do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Aviação Civil (SINTAC), que convocou a greve.
A empresa de assistência em terra nos aeroportos reitera a sua disponibilidade para retomar as negociações com o SINTAC e restantes sindicatos, nas reuniões que se encontram já agendadas para o início de janeiro.
"A empresa pretende obter, desta negociação, um instrumento de regulamentação do trabalho único, com vantagens para os trabalhadores e que permita a sustentabilidade da empresa".
A adesão à greve dos trabalhadores da Portway tem estado a provocar atrasos e cancelamentos de voos em Lisboa e os constrangimentos naquele aeroporto podem piorar ao longo da tarde, disse hoje à Lusa fonte do SINTAC.
A adesão à paralisação no aeroporto de Lisboa está hoje entre 80% e 85%, no Porto entre 70% e 75% e Faro e Funchal 50%, disse a mesma fonte.
No dia 20 de dezembro, o SINTAC anunciou um pré-aviso de greve na Portway para hoje, sábado e domingo nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.
Na sexta-feira passada, a Portway disse que a "incoerência" do sindicato que convocou a paralisação "ameaça a empresa".