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Galp põe as fichas todas na Namíbia e trava nas renováveis
A Galp prometeu reduzir as suas emissões em 40% até 2030, mas a descoberta de petróleo na Namíbia ameaça agora travar metas. A empresa reconhece uma execução mais lenta nas renováveis.
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A descoberta de petróleo na Namíbia – um “jackpot” de 10 mil milhões de barris, avaliados em 18,4 mil milhões de euros – poderá travar as ambições de descarbonização da Galp até ao final da década. Quem o admitiu foi o próprio CEO da empresa, Filipe Silva, numa “conference call” com analistas após a apresentação de resultados do primeiro semestre de 2024.
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