Notícia
Galp com cortes no gás da Nigéria há três anos
Apesar dos esforços da petrolífera, do Governo português e das autoridades europeias, o país africano continua a falhar na entrega das cargas contratadas desde 2021. Até 2030, a Nigéria acordou mandar para o terminal de Sines um milhão de toneladas de gás por ano.

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Ao fim de três anos, a Nigéria – maior fornecedor de gás natural da Galp – continua a falhar sistematicamente na entrega das cargas contratadas a longo prazo com a petrolífera portuguesa, confirma ao Negócios fonte oficial da empresa. Ainda assim, em termos de fontes de aprovisionamento para o mercado ibérico, o país africano continua a ser a principal origem do gás importado pela Galp, representando quase 80%, seguida da Argé
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