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Sul-africanos investem 510 milhões em supermercados em Angola

Este investimento visa "a edificação e a abertura de centros comerciais, supermercados e um armazém, bem como a realização de melhorias em estruturas já existentes", além da aquisição de equipamentos.

Reuters
24 de Maio de 2016 às 09:06
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O grupo sul-africano Shoprite, da área do retalho, pretende investir 510 milhões de euros em Angola, para aumentar a rede de distribuição no país, que é já uma das suas principais apostas internacionais, com 53 lojas.

A informação consta de despacho presidencial de 18 de maio passado, criando uma comissão para negociar facilidades e incentivos de um primeiro investimento privado de 50 milhões de dólares (44,6 milhões de euros), relativo à abertura da renovada loja no Palanca, em Luanda, no mês de Abril passado.

Com 4.500 metros quadrados, o maior do género, aquele hipermercado tinha sido destruído por um incêndio em Julho de 2014, empregando agora 400 trabalhadores, mais uma centena do que anteriormente, sendo já um dos mais concorridos da capital.

No mesmo despacho assinado pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, documento ao qual a Lusa teve hoje acesso, é referido que o grupo Shoprite apresentou um projecto de investimento de 571.749.000 dólares (510 milhões de euros) para "capitalizar a sociedade de modo a aumentar e potenciar a sua rede de retalho em Angola".

Este investimento visa "a edificação e a abertura de centros comerciais, supermercados e um armazém, bem como a realização de melhorias em estruturas já existentes", além da aquisição de equipamentos.

Uma informação anterior do grupo sul-africano apontava para a criação de mais 14 lojas Shoprite em todo o país, até 2017, gerando 4.000 novos postos de trabalho.

Presente em Angola desde 2004, o grupo Shoprite foi criado na África do Sul em 1979, operando hoje em mais 15 países. É o maior grupo de retalho e distribuição em África e opera mais de 2.100 lojas.
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