Notícia
IAPMEI acreditava que a fábrica da Cheyenne iria durar mais um ano
Afinal, estava tudo programado. A entrada do Estado no capital da Facontrofa, que comercializava a marca Cheyenne e cujos credores aprovaram agora a liquidação da empresa, pressupunha a aposta da Facontrofa na rede comercial e o fecho da fábrica.
Afinal, estava tudo programado. A entrada do Estado no capital da Facontrofa, que comercializava a marca Cheyenne e cujos credores aprovaram agora a liquidação da empresa, pressupunha a aposta da Facontrofa na rede comercial e o fecho da fábrica.
"O abandono da actividade industrial pela empresa (...) constituiu um objectivo do plano de recuperação da empresa, atendendo a que era um sector deficitário com implicações importantes na destruição de valor", explicava o presidente do IAPMEI, Luís Filipe Costa, na carta publicada na edição de anteontem do Negócios, ao abrigo do Direito de Resposta.
"O abandono da actividade industrial pela empresa (...) constituiu um objectivo do plano de recuperação da empresa, atendendo a que era um sector deficitário com implicações importantes na destruição de valor", explicava o presidente do IAPMEI, Luís Filipe Costa, na carta publicada na edição de anteontem do Negócios, ao abrigo do Direito de Resposta.
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