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Rehn: Grécia deve adoptar plano de austeridade até ao final do mês
A Grécia deve adoptar o seu plano de austeridade e o seu programa de privatizações antes do fim do mês para obter a ajuda europeia, reafirmou hoje o comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn.
23 de Junho de 2011 às 15:24
A Grécia deve adoptar o seu plano de austeridade e o seu programa de privatizações antes do fim do mês para obter a ajuda europeia, reafirmou hoje o comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn.
"A Grécia será certamente tema de discussão hoje" no Conselho Europeu que reúne chefes de Estado e governante, declarou, à chegada a uma reunião do partido dos liberais europeus.
"Espero que o Conselho Europeu reitere a mensagem do Eurogrupo e da Comissão Europeia, sublinhando a importância de adotar uma estratégia orçamental de médio prazo e o programa de privatização antes do fim de junho", acrescentou.
Segundo o comissário, "a prioridade é que a Grécia se ajude a si própria, a fim de que os outros países europeus possam vir em seu auxílio".
Olli Rehn apelou ainda a um "consenso transpartidário na Grécia", numa altura em que a oposição de direita recusa apoiar o plano de austeridade do governo socialista.
O comissário europeu confirmou também que os governos europeus estão a trabalhar numa solução que implique, voluntariamente, os credores privados da Grécia (bancos e fundos de investimento) na compra de obrigações gregas quando estas atingirem a maturidade.
"A Grécia será certamente tema de discussão hoje" no Conselho Europeu que reúne chefes de Estado e governante, declarou, à chegada a uma reunião do partido dos liberais europeus.
Segundo o comissário, "a prioridade é que a Grécia se ajude a si própria, a fim de que os outros países europeus possam vir em seu auxílio".
Olli Rehn apelou ainda a um "consenso transpartidário na Grécia", numa altura em que a oposição de direita recusa apoiar o plano de austeridade do governo socialista.
O comissário europeu confirmou também que os governos europeus estão a trabalhar numa solução que implique, voluntariamente, os credores privados da Grécia (bancos e fundos de investimento) na compra de obrigações gregas quando estas atingirem a maturidade.