Opinião
As periferias da periferia
Os eurodeputados portugueses sabem certamente o que custa ser periférico em Bruxelas ou em Estrasburgo, onde os eleitos por países como a França, Alemanha ou Itália assumem um papel dominante e na esmagadora maioria das vezes controlam a agenda europeia. O exemplo de fora devia ajudar-nos a agir de forma diferente cá dentro.
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O alargamento europeu adensou o estatuto periférico de Portugal no seio dos 27 Estados-membros. Não contente com isso, o país continua a aprofundar a sua periferia interna, debruçado para o mar e de costas voltadas para o interior.
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