Opinião
A esperteza de Francisco Louçã
A segunda conferência da Caixa Geral de Depósitos, "Economia Portuguesa em debate", trouxe uma surpresa: a coincidência de pontos de vista entre Francisco Louçã e João César das Neves quanto aos riscos de uma nova crise em Portugal.
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Mas a concordância fica por aqui. Enquanto César das Neves põe o acento tónico nos desequilíbrios internos (fragilidade das contas públicas, pouca produtividade, captura do Estado por grupos sociais como pensionistas e funcionários públicos, formação inadequada…), Louçã vira-se para o exterior: risco de bolha financeira, arquitetura do euro, dimensão da dívida pública, fim da compra de
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