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A sua semana dia a dia: PMI na Zona Euro e EUA, crédito por cá e a dívida do FCP

Chega ao fim a oferta obrigacionista do clube azul e branco, numa semana em que os investidores têm uma série de dados económicos para analisar. Por cá, o foco está no endividamento e avaliação bancária.

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Segunda-feira Robustez da indústria e serviços na Zona Euro e EUA

A evolução da indústria e dos serviços de vários países na Zona Euro e dos EUA vai estar em foco esta segunda-feira com a publicação das leituras de março do índice de gestores de compras (PMI). Os analistas vão estar especialmente atentos à tendência na Alemanha, a maior economia da Zona Euro. No caso dos EUA, os serviços (o motor do crescimento económico) deverão revelar uma melhoria ligeira.

Segunda-feira Endividamento da economia nacional no arranque do ano

O endividamento do setor não financeiro aumentou 17 mil milhões de euros em 2024 face ao ano anterior, para 814.100 milhões de euros. Deste total, 454.600 milhões de euros dizem respeito a empresas e 359.400 milhões de euros ao setor público. O Banco de Portugal vai dar a conhecer, esta segunda-feira, os dados relativos a janeiro.

Terça-feira Setores em que os Estados mais gastam

Numa altura em que se discute na Europa o reforço do investimento dos Estados em defesa, o Eurostat vai publicar novos dados relativos às despesas públicas dos países da Zona Euro e União Europeia (UE), desagregados por setor. Os dados são referentes a 2023, sendo que, no ano anterior, o total de despesa pública dos governos da UE representou 49,6% do produto interno bruto (PIB) da região.

Quarta-feira FC Porto pode aumentar oferta obrigacionista

A SAD do FC Porto tem a decorrer uma oferta obrigacionista, de 30 milhões de euros em dívida que vence em dezembro de 2028, na qual oferece uma taxa de 5,5%. Esta quarta-feira, o clube pode aumentar o montante das obrigações representativas do empréstimo obrigacionista denominado "FC Porto SAD 2025-2028". Em causa estão duas ofertas (de subscrição e de troca) que decorrem até sexta-feira.

Quinta-feira Depósitos na banca voltam a recuar?

Os depósitos das famílias guardados nos bancos totalizavam 192,6 mil milhões de euros no final de janeiro, menos 117 milhões de euros do que em dezembro. Esta foi a primeira diminuição mensal desde setembro do ano passado, fazendo descolar o "stock" do máximo histórico em que se situava, e os novos dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal vão permitir perceber se a tendência se mantém.

Quinta-feira A avaliação que os bancos fazem às casas para dar crédito

Em janeiro, o mês em que entrou em vigor a garantia pública, o valor mediano a que os bancos avaliam as casas para conceder crédito voltou a aumentar, tendo atingido os 1.774 euros por metro quadrado, mais 27 euros que no mês anterior. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 14,5%, acima dos 13,7% registados em dezembro, e o Instituto Nacional de Estatística (INE) vai agora mostrar se a tendência de aceleração se manteve em fevereiro.

Sexta-feira Indicador de inflação preferido da Fed

Um dia depois de serem publicados os dados finais do produto interno bruto (PIB) dos EUA, é conhecido o índice de preços das despesas pessoais de consumo (PCE) do país. Este indicador - conhecido como o preferido da Fed para medir a inflação - subiu 0,3% em janeiro face a dezembro. Em termos homólogos, o aumento cifrou-se em 2,5%, em linha com o estimado pelos economistas.

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