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Lisboa arranca última sessão de março no vermelho. BCP lidera quedas
A bolsa portuguesa iniciou a derradeira sessão do primeiro trimestre em terreno negativo, acompanhando o pessimismo vivido nas congéneres europeias face à iminência da entrada em vigor das tarifas recíprocas anunciadas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump.
A bolsa de Lisboa arrancou no vermelho a última sessão do primeiro trimestre, acompanhando o pessimismo vivido nas congéneres europeias em vésperas de entrarem em vigor as tarifas recíprocas dos EUA sobre produtos importados. O PSI cede 0,3%, para os 6.929,87 pontos com apenas três cotadas em alta, 10 em queda e duas - Ibersol e Semapa - inalteradas.
O BCP é quem mais pressiona o índice ao perder 1,24%, até aos 0,5578 euros, seguindo-se a Nos e a Mota-Engil. A operadora de telecomunicações recua 1,13%, para 4,385 euros, enquanto a construtora cai 1,06%, negociando nos 3,47 euros.
Também os pesos pesados Galp e Jerónimo Martins estão a contribuir para o desempenho negativo do índice. A petrolífera perde 0,87% para 16 euros, enquanto a dona do Pingo Doce recua 0,81%, até aos 19,59 euros.
A impedir maiores quedas do índice está a família EDP, que tem recuperado das fortes desvalorizações acumuladas desde o início do ano. A EDP Renováveis avança 1,38%, para 8,075 euros, enquanto a casa-mãe sobe 0,44%, até aos 3,192 euros.
A REN é a outra cotada a negociar no verde, com uma valorização de 0,37%, para os 2,75 euros.