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Mota-Engil já escolheu administrações para as suas unidades
O Grupo Mota-Engil já definiu os elencos das administrações da «holding» e das quatro «sub-holdings» que o grupo construtor nortenho apresentará após a conclusão do processo de reestruturação e que deverá terminar no presente mês.
O Grupo Mota-Engil já definiu os elencos das administrações da «holding» e das quatro «sub-holdings» que o grupo construtor nortenho apresentará após a conclusão do processo de reestruturação e que deverá terminar no presente mês.
O Canal de Negócios (www.negocios.pt) apurou que os presidentes das cinco sociedades que resultarão da configuração do novo grupo serão António Mota (SGPS e Engenharia e Construção), António Campos de Almeida (Ambiente e Serviços), Luís Parreirão (Concessões de Transportes) e Maria Paula Mota (Imobiliário e Turismo).
O futuro conselho de administração da «holding» será presidido por António Mota e contará com José Luís Sapateiro como vice-presidente.
Os vogais da Mota-Engil SGPS serão Campos de Almeida, Arnaldo Figueiredo, Manuel Sousa Ribeiro, Maria Manuela Mota, Maria Teresa Mota, Maria Paula Mota, Carlos Martins, Eduardo Rocha e Ismael Gaspar.
A Mota-Engil, Engenharia e Construção, SA, que será presidida por António Mota, contará ainda com Arnaldo Figueiredo, Ismael Gaspar, Martinho Oliveira e Gonçalo Moura Martins.
A Mota-Engil, Ambiente e Serviços, SGPS, SA será presidida por António Campos de Almeida e terá como vogais Paulo Pinheiro, Jorge Rodrigues, Marcos Levi Ramalho e Maria Paula Mota.
Luís Parreirão, ex-secretário de Estados das Obras Públicas, será o presidente da Mota-Engil, Concessões de Transportes, SGPS, SA, e terá como seus vogais Rafael Rossi, Gromicho Boavida, Augusto Barros e Maria Manuela Mota.
Por fim, a Mota-Engil, Imobiliário e Turismo, SA será presidida por Maria Paula Mota, que terá Maria Manuela Mota, José Manuel Barbosa, Luís Madureira e José Castanheira Rodrigues como seus vogais.
As administrações serão propostas e votadas em assembleias gerais a realizar após concluído o processo de fusão, que apenas aguarda a autorização dos ministérios das Obras Públicas e das Finanças para transferir os activos detidos pela Mota e pela Engil nas concessionárias de auto-estradas para a esfera da Mota.Engil, Concessões de Transportes.