Notícia
UE e Mercosul juntos em Brasília para fazer avançar acordo comercial
Representantes da União Europeia e do Mercosul reúnem-se em Brasília entre 4 e 6 de setembro para prosseguirem as discussões sobre o acordo comercial entre os dois blocos
07 de Agosto de 2024 às 22:25
Representantes da União Europeia e do Mercosul reúnem-se em Brasília entre 4 e 6 de setembro para prosseguirem as discussões sobre o acordo comercial entre os dois blocos, disse à Lusa fonte da diplomacia brasileira.
De acordo com a mesma fonte, esta será uma reunião entre negociadores, naquela que será a primeira presencial desde abril.
As taxas de carbono impostas unilateralmente pela União Europeia para a assinatura do acordo entre o bloco europeu e o bloco composto pela Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia (que entrou na semana passada) foram criticadas pelo chefe de Estado brasileiro.
Apesar de ser importante a redução do carbono, disse, não deve ser feita em medidas unilaterais que afetam os agricultores brasileiros" e consumidores italianos, considerou o Presidente brasileiro.
O acordo comercial visa eliminar a maior parte dos direitos aduaneiros entre as duas zonas, criando um espaço de mais de 700 milhões de consumidores da União Europeia e do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia).
Depois de ter sido alcançado um acordo político em 2019, a oposição de vários países, incluindo a França, bloqueou a sua adoção final, uma oposição que se tornou mais forte com a crise agrícola que assola a Europa. Outros países europeus, como a Alemanha, Espanha e Portugal, defendem a sua conclusão e entrada em vigor.
De acordo com a mesma fonte, esta será uma reunião entre negociadores, naquela que será a primeira presencial desde abril.
Apesar de ser importante a redução do carbono, disse, não deve ser feita em medidas unilaterais que afetam os agricultores brasileiros" e consumidores italianos, considerou o Presidente brasileiro.
O acordo comercial visa eliminar a maior parte dos direitos aduaneiros entre as duas zonas, criando um espaço de mais de 700 milhões de consumidores da União Europeia e do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia).
Depois de ter sido alcançado um acordo político em 2019, a oposição de vários países, incluindo a França, bloqueou a sua adoção final, uma oposição que se tornou mais forte com a crise agrícola que assola a Europa. Outros países europeus, como a Alemanha, Espanha e Portugal, defendem a sua conclusão e entrada em vigor.