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Pedro Nuno Santos diz que posição sobre a TAP mostra "impreparação" de Rio para ser primeiro-ministro
Felicitando o presidente do PSD pela "coragem" em sair "da posição confortável da crítica", Pedro Nuno Santos considera que Rui Rio dá um "triste exemplo" a quem "não é sério no mundo empresarial" ao propor que se deixasse falir a TAP.
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, considera que a posição do presidente do PSD, Rui Rio, de dizer que o melhor teria sido deixar falir a TAP, revela "impreparação" para o cargo de primeiro-ministro.
"Finalmente, Rui Rio veio a jogo dizer o que faria se fosse ele o primeiro-ministro quando a TAP precisou de auxílio público para sobreviver, por causa da pandemia - deixava a empresa falir e abria outra ao lado", começa por referir Pedro Nuno Santos, numa publicação partilhada no Facebook.
Felicitando o presidente do PSD pela "coragem" em sair "da posição confortável da crítica", Pedro Nuno Santos considera que Rui Rio dá um "triste exemplo" a quem "não é sério no mundo empresarial" ao propor que a TAP "'enfiasse' um calote a todos os credores, incluindo empresas portuguesas e cidadãos nacionais que tinham obrigações da própria TAP".
O ministro defende ainda que a ideia de deixar a TAP e ir abrir outra empresa ao lado não é a solução mais correta para o país, como se verificou em Itália, com o encerramento da Alitália e a abertura da companhia ITA, prescindindo de "57%, dos slots no seu hub", no aeroporto de Roma.
"O Estado Italiano perdeu os 900 milhões de euros que já tinha injetado na Alitalia e ainda terá de injetar 1350 milhões na nova companhia aérea ITA. Portanto, 2250 milhões de euros para ficarem com uma Alitaliazinha. Portugal continua com uma TAP", argumenta Pedro Nuno Santos.
O ministro sublinha que "um homem que pensa assim não pode ser primeiro-ministro" e termina a cumprimentar Rui Rio pela "audácia de dizer o que teria feito", deixando "claro o seu nível de impreparação para o cargo".
"Finalmente, Rui Rio veio a jogo dizer o que faria se fosse ele o primeiro-ministro quando a TAP precisou de auxílio público para sobreviver, por causa da pandemia - deixava a empresa falir e abria outra ao lado", começa por referir Pedro Nuno Santos, numa publicação partilhada no Facebook.
O ministro defende ainda que a ideia de deixar a TAP e ir abrir outra empresa ao lado não é a solução mais correta para o país, como se verificou em Itália, com o encerramento da Alitália e a abertura da companhia ITA, prescindindo de "57%, dos slots no seu hub", no aeroporto de Roma.
"O Estado Italiano perdeu os 900 milhões de euros que já tinha injetado na Alitalia e ainda terá de injetar 1350 milhões na nova companhia aérea ITA. Portanto, 2250 milhões de euros para ficarem com uma Alitaliazinha. Portugal continua com uma TAP", argumenta Pedro Nuno Santos.
O ministro sublinha que "um homem que pensa assim não pode ser primeiro-ministro" e termina a cumprimentar Rui Rio pela "audácia de dizer o que teria feito", deixando "claro o seu nível de impreparação para o cargo".