Notícia
Investigação lítio: Costa vai a Belém. Reunião com Marcelo durou meia hora
António Costa pediu para se reunir com Marcelo Rebelo de Sousa devido às buscas e detenções no âmbito da investigação aos negocios de lítio e hidrogénio. Reunião durou cerca de meia hora.
Depois das notícias das buscas e detenções no âmbito da investigação aos negócios do lítio e hidrogénio, António Costa pediu para ser recebido pelo Presidente da República. O primeiro-ministro esteve reunido com Marcelo Rebelo de Sousa cerca de meia hora para falar sobre a investigação que já resultou em cinco detenções.
Contactada pelo Negócios, a assessoria de comunicação do primeiro-ministro confirmou a existência de buscas apenas no gabinete do Vítor Escária, chefe de gabinete de António Costa, mas não faz mais comentários "à ação da justiça".
Como foi noticiado, o Ministério Público está a efetuar buscas nos ministérios do Ambiente e Infraestruturas e nas residências do primeiro-ministro, João Galamba e Matos Fernandes, avança a SIC Notícias. Em causa está um processo que investiga os negócios do hidrogénio e do llítio.
As buscas em curso esta manhã envolvem João Galamba, Duarte Cordeiro, o ex-ministro João Matos Fernandes, ou, por exemplo, empresário Diogo Lacerda Machado. Aliás, segundo o Público Lacerda Machado, Vítor Escária, chefe de gabinete de António Costa terão sido detidos, bem como o presidente da Câmara de Sines, o socialista Nuno Mascarenhas, assim como dois executivos de empresas.
Em janeiro, a PGR confirmou que a investigação aos negócios do lítio e do hidrogénio verde estava em curso, mas que não tinha, na altura, arguidos constituídos.
Porém, segundo o Público, João Galamba, Duarte Cordeiro e Matos Fernandes serão agora constituídos arguidos.
Contactada pelo Negócios, a assessoria de comunicação do primeiro-ministro confirmou a existência de buscas apenas no gabinete do Vítor Escária, chefe de gabinete de António Costa, mas não faz mais comentários "à ação da justiça".
Como foi noticiado, o Ministério Público está a efetuar buscas nos ministérios do Ambiente e Infraestruturas e nas residências do primeiro-ministro, João Galamba e Matos Fernandes, avança a SIC Notícias. Em causa está um processo que investiga os negócios do hidrogénio e do llítio.
Em janeiro, a PGR confirmou que a investigação aos negócios do lítio e do hidrogénio verde estava em curso, mas que não tinha, na altura, arguidos constituídos.
Porém, segundo o Público, João Galamba, Duarte Cordeiro e Matos Fernandes serão agora constituídos arguidos.