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Meta é ter cobrança de dívidas “em 22 meses”, diz secretário de Estado da Justiça
Continuamos a ter um elevado número de processos de insolvência que não se resolve em menos de cinco anos, reconhece Pedro Tavares. Na ação executiva os atrasos também se mantêm e está em preparação um novo sistema para acelerar processos de liquidação.
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O secretário de Estado da Justiça destaca a redução de processos pendentes, mas admite que há ainda muito trabalho a fazer. No caso das ações executivas, de cobrança de dívidas, o prazo médio continua a ser de 56 meses. A culpa é dos processos mais antigos, explica Pedro Tavares.
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