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Bolsa de Lisboa começa semana com perdas. Grupo EDP pressiona PSI

O índice nacional acompanhou as perdas registadas a nível europeu, fechando no vermelho. EDPR e Mota-Engil lideraram as perdas.

Mariline Alves / Medialivre
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A bolsa de Lisboa encerrou a primeira sessão da semana com perdas, em linha com a negociação vivida nas restantes praças europeias durante o dia de hoje.

O índice de referência nacional, o PSI, caiu 1,23% para 6.856,62 pontos, com 11 dos seus 15 títulos no vermelho, um inalterado e três no verde.

Esta segunda-feira, as praças europeias foram novamente penalizadas pela incerteza económica em torno das tarifas ao comércio que os Estados Unidos deverão impor durante o decorrer da semana, incluindo sobre as importações automóveis e as chamadas tarifas recíprocas.

A nível nacional, a pressionar o PSI estiveram fortes perdas do braço para as renováveis da EDP, mas também da casa-mãe da energética.

A EDPR liderou as perdas, ao cair 3,20% para 7,71 euros. A pressionar o índice nacional esteve igualmente a Mota-Engil, que cedeu 3,08% para 3,400 euros, ao acompanhar fortes perdas do setor da construção registadas durante o dia.

Os CTT fecham o pódio das perdas, num dia em que os correios registaram uma desvalorização de 2,60% para 7,48 euros. Para além disso, a casa-mãe da EDP caiu 2,08% para os 3,112 euros.

A acompanhar a desvalorização do setor da banca esteve o BCP, que cedeu 1,35% para os 0,5572 euros, num dia em que o italiano Mediobanca decidiu rever em alta as suas expectativas de crescimento para o banco português nos próximos doze meses, mantendo a recomendação da cotada no nível mais elevado – em "comprar".

Do lado das perdas esteve ainda a Navigator, a Semapa, a Sonae e a Altri, com recuos superiores a 1%, e ainda a Jerónimo Martins, que deslizou 0,76% para 19,60 euros. A NOS registou a menor desvalorização e fechou o dia a recuar 0,68% para 4,405 euros.

Entre as três cotadas que ficaram do lado dos ganhos – Galp, Ibersol e REN -, destaque para a petrolífera, que avançou 0,56% para 16,23 euros, num dia de fortes valorizações para os preços do crude nos mercados internacionais.

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