Notícia
REN vai investir 900 milhões até 2024 em Portugal e no Chile
A REN vai aumentar o investimento anual em Portugal em 40% nos próximos quatro anos.
A REN - Redes Energéticas Nacionais vai investir 900 milhões de euros entre 2021 e 2024, anunciou a empresa, no Capital Markets Day, que se realiza esta sexta-feira, por videoconferência.
"O foco vai ser a unidade de negócios em Portugal", na qual existirá aumento de 40% por ano, comparado ao plano estratégico anterior, afirmou o administrador João Conceição.
A REN espera investir entre 190 e 220 milhões de euros a cada ano em terras lusas, com a maior parte da quantia - de 150 a 175 milhões - destinada ao segmento da eletricidade. Dentro deste segmento, cerca de 70% vai servir a expansão.
Na conferência de imprensa, o CEO, Rodrigo Costa, esclareceu ainda que alguns projetos tiveram de ser interrompidos devido à situação de pandemia, durante a qual seguiram apenas aqueles que eram "imprescindíveis" para a segurança da rede. É o caso de projetos no Fundão, Vila Nova de Famalicão e Ponte de Lima, nos quais a empresa está agora "a recuperar o tempo perdido".
No Chile, o CAPEX anual sobe dos 8 milhões para o intervalo entre os 10 e os 15 milhões de euros.
Hidrogénio em destaque
O CEO, Rodrigo Costa, afirma que o hidrogénio é "uma das mais promissoras tecnologias" na transição energética, e esta crença revela-se na estratégia. 33% do total de investimentos na área da transmissão de gás vai ser dirigido a projetos de hidrogénio, isto é, 40 milhões de euros. O objetivo da REN é que, até 2030, a quantidade de hidrogénio a circular nas redes de gás aumente entre 10 a 15%, sendo que os primeiros 5% deverão ser uma realidade já em 2026. A Portgás já está a preparar a rede para poder suportar hidrogénio.
Em relação ao projeto H2 Sines, que resulta de um consórcio entre REN, EDP, Galp, Martifer e Vestas, e que visa implementar um cluster industrial de produção de hidrogénio verde com base em Sines, o CEO da REN afirma que este está em "afinação". No caso da REN, "o foco será sempre a transmissão", esclarece Rodrigo Costa, afastando-se da geração e comercialização de energia. O COO acrescenta que o plano estratégico agora apresentado estende-se até 2024, mas que o projeto em Sines "vai muito para além" deste horizonte, apontando que a definição surgirá com o tempo e à medida que a tecnologia evolua.
(Notícia atualizada às 11:55 com mais informação)
"O foco vai ser a unidade de negócios em Portugal", na qual existirá aumento de 40% por ano, comparado ao plano estratégico anterior, afirmou o administrador João Conceição.
Na conferência de imprensa, o CEO, Rodrigo Costa, esclareceu ainda que alguns projetos tiveram de ser interrompidos devido à situação de pandemia, durante a qual seguiram apenas aqueles que eram "imprescindíveis" para a segurança da rede. É o caso de projetos no Fundão, Vila Nova de Famalicão e Ponte de Lima, nos quais a empresa está agora "a recuperar o tempo perdido".
No Chile, o CAPEX anual sobe dos 8 milhões para o intervalo entre os 10 e os 15 milhões de euros.
Hidrogénio em destaque
O CEO, Rodrigo Costa, afirma que o hidrogénio é "uma das mais promissoras tecnologias" na transição energética, e esta crença revela-se na estratégia. 33% do total de investimentos na área da transmissão de gás vai ser dirigido a projetos de hidrogénio, isto é, 40 milhões de euros. O objetivo da REN é que, até 2030, a quantidade de hidrogénio a circular nas redes de gás aumente entre 10 a 15%, sendo que os primeiros 5% deverão ser uma realidade já em 2026. A Portgás já está a preparar a rede para poder suportar hidrogénio.
Em relação ao projeto H2 Sines, que resulta de um consórcio entre REN, EDP, Galp, Martifer e Vestas, e que visa implementar um cluster industrial de produção de hidrogénio verde com base em Sines, o CEO da REN afirma que este está em "afinação". No caso da REN, "o foco será sempre a transmissão", esclarece Rodrigo Costa, afastando-se da geração e comercialização de energia. O COO acrescenta que o plano estratégico agora apresentado estende-se até 2024, mas que o projeto em Sines "vai muito para além" deste horizonte, apontando que a definição surgirá com o tempo e à medida que a tecnologia evolua.
(Notícia atualizada às 11:55 com mais informação)