Notícia
Lei das rendas “mal feita” custa quase 90 milhões à Sonae
A gestora de centros comerciais da Sonae fechou o ano com prejuízos, que o grupo atribui à lei que, em 2020, libertou os lojistas do pagamento de rendas fixas. A Sonae calcula que a medida terá beneficiado “grandes grupos internacionais” em mais de 400 milhões de euros.

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Num ano “desafiante” para o universo Sonae, os centros comerciais acabaram por ser a maior dor de cabeça provocada pela pandemia ao grupo liderado por Cláudia Azevedo. A Sonae Sierra, que agrega os shoppings do grupo, fechou o ano passado com prejuízos de 42 milhões de euros, que comparam com lucros de 60 milhões no ano anterior. Entre abril e dezembro, a Sierra registou perdas de 89 milhões de euros. “Grande parte” deste valor
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