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Ao minuto11.03.2024

Vermelho domina Europa antes de inflação nos EUA

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta segunda-feira.

O património dos fundos imobiliários na Zona Euro triplicou em 10 anos. Apostam tanto em ativos físicos como em ações e obrigações do setor.
Brendan McDermid/Reuters
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11.03.2024

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro subiram esta segunda-feira, o que sinaliza uma menor aposta dos investidores nas obrigações. 

 

Em Portugal, o agravamento acontece depois de conhecidos os resultados das eleições legislativas, que apontam para uma vitória da Aliança Democrática por uma pequena margem. Põe-se agora em questão a hipótese de um governo de minoria, que poderá significar instabilidade política.  

A "yield" da dívida pública portuguesa, com maturidade a dez anos, somou 4,8 pontos base para 2,947%. Já a das Bunds alemãs com o mesmo prazo, referência para a região, subiu 3,6 pontos para 2,301%.

A rendibilidade da dívida italiana avançou 4,6 pontos base para 3,620% e a da dívida francesa agravou-se em 4,2 pontos para 2,758%. A rendibilidade da dívida espanhola foi a que mais aumentou: 4,9 pontos para 3,211%.

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica cederam apenas 0,2 pontos base para 3,969%.

11.03.2024

Vermelho domina Europa antes de inflação nos EUA

As bolsas europeias encerraram maioritariamente no vermelho, num dia em que os investidores mostraram maior cautela - na véspera da divulgação dos dados relativos à inflação de fevereiro nos Estados Unidos.

O Stoxx 600, referência para a região, perdeu 0,35% para 501,49 pontos. Dos 20 setores que compõem o índice, os da tecnologia e dos media foram os que mais deslizaran, com quedas de 2,03% e 1,18%, respetivamente.

Entre as principais movimentações, a BE Semiconductor Industries cedeu 8,94% para 136 euros, penalizada por preocupações quanto a atrasos na entrega de uma tecnologia crucial. Já a ASML Holding perdeu 4,21% para 884,5 euros.

Nas principais praças europeias, o alemão Dax30 cedeu 0,38%, o francês CAC-40 caiu 0,1%, o italiano FTSE Mib deslizou 0,27% e o AEX, em Amesterdão, desvalorizou 1,12%. Já o britânico FTSE 100 somou 0,12% e o espanhol Ibex 35 registou ganhos de 0,19%.

Depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter mantido os juros inalterados na semana passada, o foco dos investidores vira-se agora para a reunião da Reserva Federal (Fed) norte-americana, que acontece na próxima semana.

Mas, antes disso, serão conhecidos esta terça-feira os dados da inflação de fevereiro na maior economia mundial, o que será visto com atenção pelos investidores, uma vez que o banco central dos EUA já deixou claro que não começará a aliviar a política monetária até ver sinais de que o aumento dos preços não voltará a subir.

11.03.2024

Petróleo sem direção definida, à espera de dados relevantes

A produção pela OPEP+ é um fator chave para os preços.

As cotações do "ouro negro" seguem a subir ligeiramente nos principais mercados internacionais,  depois de já terem estado a ceder algum terreno, sem direção certa.

 

Os investidores aguardam pelo relatório da inflação de fevereiro nos EUA, que será divulgado amanhã, bem como pelos relatórios mensais sobre o mercado petrolífero que serão apresentados esta semana pela Agência Internacional da Energia (AIE) e pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, segue a somar 0,13% para 78,11 dólares por barril.

 

Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,33% para 82,35 dólares.

 

Os preços já estiveram hoje a negociar no vermelho, devido aos receios de uma fraca procura por parte da China e também por tudo apontar para que o conflito no Médio Oriente não perturbe a oferta de matéria-prima.

11.03.2024

Ouro valoriza à espera de inflação norte-americana

Ouro

Os preços do ouro estão a ser negociados em alta, seguindo os mesmos passos da semana passada, quando registaram ganhos consecutivos e um aumento de quase 5%. Os investidores aguardam agora novos dados referentes à inflação de preços ao consumidor (IPC) dos EUA, divulgados esta terça-feira.

 

O ouro sobe 0,26% para 2.184,65 dólares por onça.

 

O metal precioso atingiu um recorde na última sessão da semana passada ao tocar os 2.194,99 dólares, apoiado pelos dados do mercado de trabalho nos EUA, que mostraram a taxa de desemprego no nível mais alto em dois anos - e impulsionaram as apostas no corte das taxas de juro pela Reserva Federal norte-americana em junho.

 

O otimismo dos "traders" vai ser amanhã testado, com a divulgação de novos dados sobre a inflação de preços ao consumidor. Se os resultados forem semelhantes aos do mês passado, ou seja, mais altos do que o esperado, o metal precioso pode derrapar, já que beneficia de um ambiente de taxas mais baixas.

Outros metais preciosos, como a prata, a platina e o paládio seguem a tendência de ganhos.

11.03.2024

Euro cede face ao dólar antes de dados da inflação nos EUA

O euro está a desvalorizar face à divisa norte-americana, com a moeda única da Zona Euro a ceder 0,19% para 1,0918 dólares.

Isto num dia em que o dólar negoceia misto perante as principais divisas rivais, com os investidores à espera da divulgação dos dados da inflação em fevereiro nos Estados Unidos, na terça-feira.

Além do euro, o dólar ganha também 0,19% perante o franco suíço e 0,42% face à libra. Já face ao iene cai 0,11%, num dia em que a moeda japonesa está a ser impulsionada pelas expectativas de que o Banco do Japão deverá colocar fim ao ciclo de juros negativos na próxima reunião de política monetária, que acontece na próxima semana.

11.03.2024

Wall Street mostra maior cautela antes de novos dados da inflação

Os principais índices em Wall Street abriram em terreno negativo, no arranque de uma semana em que os investidores se mostram mais cautelosos antes da divulgação de novos dados sobre a inflação nos Estados Unidos, que serão conhecidos na terça- feira.

O S&P 500, referência para a região, cai 0,19% para 5.113,73 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite recua 0,16% para 16.059,42 pontos e o industrial Dow Jones perde 0,22% para 38.636,72 pontos.

Depois de ter fechado 16 vezes com recordes este ano, o S&P 500 mostra sinais de "sobreaquecimento". Jason De Sena Trennert, do Strategas, diz à Bloomberg que considera "natural" esperar algum tipo de revés "para trazer as expectativas dos investidores de volta à terra". "Os preços das acções, os spreads de crédito e o preço do ouro e da Bitcoin sugerem que as condições monetárias estão longe de ser restritivas", comentou.

A evolução do aumento dos preços é sempre vista com grande atenção pelo mercado, uma vez que foi precisamente o surgimento da inflação que levou a Reserva Federal (Fed) norte-americana a subir os juros para níveis que não eram vistos em 22 anos. Estes serão os últimos dados da inflação antes da próxima reunião do banco central dos Estados Unidos, que decorre entre 19 e 20 de março.

11.03.2024

Euribor desce a três, seis e 12 meses

A taxa Euribor desceu hoje a três, a seis e a 12 meses face a sexta-feira, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter mantido as taxas de juro de referência, pela quarta reunião consecutiva.

Com as alterações de hoje, a Euribor a três meses, que recuou para 3,928%, permaneceu acima da taxa a seis meses (3,892%) e da taxa a 12 meses (3,703%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável e que esteve acima de 4% entre 14 de setembro e 01 de dezembro, caiu hoje para 3,892%, menos 0,010 pontos do que na sexta-feira, após ter avançado em 18 de outubro para 4,143%, um novo máximo desde novembro de 2008.

Segundo dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a janeiro, a Euribor a seis meses representava 36,4% do 'stock' de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável. Os mesmos dados indicam que a Euribor a 12 e a três meses representava 35,7% e 24,4%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor, que esteve acima de 4% entre 16 de junho e 29 de novembro, baixou hoje, para 3,703%, menos 0,042 pontos que na sessão anterior, contra o máximo desde novembro de 2008, de 4,228%, registado em 29 de setembro.

No mesmo sentido, a Euribor a três meses desceu hoje, ao ser fixada em 3,928%, menos 0,012 pontos, depois de ter subido em 19 de outubro para 4,002%, um novo máximo desde novembro de 2008.

A média da Euribor em fevereiro voltou a cair a três meses, mas subiu nos dois prazos mais longos.

A média da Euribor em fevereiro desceu 0,002 pontos para 3,923% a três meses (contra 3,925% em janeiro), mas subiu 0,009 pontos para 3,901% a seis meses (contra 3,892%) e 0,062 pontos para 3,671% a 12 meses (contra 3,609%).

Na última reunião de política monetária, em 07 de março, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juro de referência pela quarta reunião consecutiva, depois de 10 aumentos desde 21 de julho de 2022.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 11 de abril em Frankfurt.

As Euribor começaram a subir mais significativamente a partir de 04 de fevereiro de 2022, depois de o BCE ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Lusa

11.03.2024

Europa faz pausa no "rally" e aguarda números da inflação nos EUA

Os principais índices europeus abriram em terreno negativo esta segunda-feira, após terem assinalado a sétima semana consecutiva de ganhos na semana passada e o índice de referência europeu, Stoxx 600, ter alcançado um recorde de fecho nos 503,26 pontos e máximos históricos ao chegar aos 504,6 pontos.

A atenção dos investidores está nos números da inflação de fevereiro nos Estados Unidos, que são conhecidos esta terça-feira, cerca de uma semana antes do encontro da Reserva Federal. As estimativas apontam para que o índice de preços no consumidor tenha subido 0,43%, em termos de variação mensal, ou 0,32% quando excluídos os bens alimentares e energéticos.

O "benchmark" europeu recua 0,35% para 501,51 pontos, com o setor tecnológico a registar as maiores quedas, com um recuo superior a 1,5%. Ainda a perder mais de 1% está o setor de media e mineiro.

"Isto é apenas um pequeno recuo. Depois dos fortes ganhos as pessoas estão mais cautelosas antes da inflação nos Estados Unidos e, por isso, estão a levantar um pouco o pé do pedal", explicou à Bloomberg a analista Stephane Ekolo da TFS Derivatives.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax desvaloriza 0,66%, o francês CAC-40 desce 0,41%, o italiano FTSEMIB perde 0,59%, o britânico FTSE 100 desliza 0,04% e o espanhol IBEX 35 recua 0,35%. Em Amesterdão, o AEX regista um decréscimo de 0,77%.

11.03.2024

Dólar inalterado. Iene ganha com possível fim de juros negativos no Japão

O dólar está a negociar praticamente inalterado face às principais divisas rivais, numa altura em que os investidores estão em "standby" à espera dos números da inflação de fevereiro nos Estados Unidos que serão conhecidos na terça-feira.

O dólar cede 0,03% para 0,9139 euros, ao passo que o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da "nota verde" contra 10 divisas rivais - desliza 0,01% para os 102,701 pontos.

Por sua vez, o iene vai valorizando face às principais divisas rivais, à medida que aumenta a expectativa que o Banco do Japão (BoJ) vai deixar para trás a política de taxas de juro negativas na próxima reunião de política monetária que se realiza este mês.

O iene soma 0,28% para 0,068 dólares e avança 0,25% para 0,062 euros.

11.03.2024

"Yield" da dívida nacional reage a eleições e alivia. Está em linha com a Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro estão a aliviar muito ligeiramente esta segunda-feira, o que sinaliza uma maior aposta dos investidores nas obrigações.

Os juros da dívida portuguesa a dez anos vão reagindo ao resultado das eleições legislativas nacionais - que deram a vitória, por uma pequena margem, à coligação Aliança Democrática (AD) - e recuam 0,3 pontos base para 2,896%. Já os juros da dívida espanhola cedem 0,2 pontos para 3,073%.

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos, referência para a região, alivia 0,5 pontos base para 2,260%.

Os juros da dívida italiana recuam 0,1 pontos base para 3,573% e os da dívida francesa registam um decréscimo de 0,3 pontos para 2,713%.

Fora da Zona Euro, a rendibilidade da dívida britânica alivia 1,2 pontos base para 3,959%.

11.03.2024

Preços do ouro fazem ligeira pausa no "rally"

Depois de terem registado máximos pela quarta sessão consecutiva na passada sexta-feira, os preços do ouro estão hoje a negociar em ligeira baixa. Os investidores aguardam uma leitura da inflação nos Estados Unidos, que será conhecida esta terça-feira, para retomar (ou não) o "rally" deste metal precioso.

O ouro desliza 0,04% para 2.178,06 dólares por onça, depois de ter atingido um recorde na última sessão da semana passada ao tocar os 2.194,99 dólares.

"Com muitos especuladores a aumentarem, na quinta-feira, a sua exposição a longo-prazo ao ouro pela velocidade mais rápida dos últimos três anos e meio, este metal está claramente a ter muita procura e não é um mercado para 'shortar' desde que os 'traders' esperem cortes de juros pela Fed," disse à Reuters o analista do City Index Matt Simpson.

11.03.2024

Descida das importações de crude pela China pressionam petróleo

Desde o início deste ano, o preço do petróleo tem estado a recuperar. Será um momento de viragem?

Os preços do petróleo estão a negociar em ligeira baixa esta segunda-feira, com os investidores a aguardarem os números da inflação nos Estados Unidos, bem como relatórios da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e da Agência Internacional de Energia (AIE) que poderão dar mais pistas sobre as perspetivas do lado da procura.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 0,26% para 77,81 dólares por barril.

Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, cede 0,16% para 81,95 dólares.

Os números da economia chinesa vão também pressionando os preços do "ouro negro", após terem sido conhecidos os números das importações de crude pela China, que aumentaram nos primeiros dois meses do ano face ao mesmo período de 2022, mas caíram em termos de variação mensal.

Os preços do crude tiveram na semana passada o período menos volátil dos últimos dois anos e meio. Recentemente, tanto o WTI como o Brent têm negociado num intervalo estreito e a semana teve ainda menos oscilações, confinando os preços do Brent ao mais curto intervalo desde setembro de 2021.

 

A redução da oferta por parte do grupo OPEP+ e o escalar de tensões no Médio Oriente e no Mar Vermelho têm ajudado a sustentar o crude, mas estes fatores têm sido contrabalançados pelo aumento da oferta por produtores não pertencentes ao cartel – como é o caso dos EUA.

11.03.2024

Europa aponta para o vermelho. Ásia também em queda

O índice japonês Nikkei 225 já ganha quase 28% este ano, tendo tocado no primeiro semestre máximos de três décadas. Já o Topix sobe cerca de 26%.

Os principais índices europeus estão a apontar para um início de sessão em terreno negativo, à semelhança do final da semana passada. Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 descem 0,6%.

Isto depois de, na sexta-feira, o índice de referência europeu, Stoxx 600, ter alcançado máximos de fecho nos 503,26 pontos, registando a sétima semana consecutiva de ganhos. Durante essa sessão voltou a registar máximos históricos ao chegar aos 504,6 pontos.

A atenção dos investidores está nos números da inflação de fevereiro nos Estados Unidos, que são conhecidos esta terça-feira, cerca de uma semana antes do encontro da Reserva Federal. As estimativas apontam para que o índice de preços no consumidor tenha subido 0,43%, em termos de variação mensal, ou 0,32% quando excluídos os bens alimentares e energéticos.

Na Ásia, a sessão fez-se maioritariamente no vermelho, com os índices pressionados por uma queda das cotadas ligadas ao fabrico de "chips" e um "sell-off" no Japão. O índice agregador das praças da região, o MSCI Asia Pacific, caminha para a maior queda desde meados de janeiro, ao perder mais de 1%.

As empresas ligadas ao setor dos semicondutores, que têm registado consecutivos ganhos à boleia de perspetivas de uma maior procura por "chips" devido à inteligência artificial generativa, estiveram hoje entre as maiores perdas. Os investidores analisam se as ações não estarão a ficar demasiado caras.

O Nikkei foi um dos que mais perdeu, à medida que aumenta a expectativa de que o Banco do Japão possa vir a aumentar as taxas de juro, dando força ao iene, mas penalizando o setor exportador do país.

Já na China a sessão foi feita no sentido inverso, depois de terem sido conhecidos dados que mostram que os preços no consumidor aumentaram pela primeira vez desde agosto, reduzindo alguns receios de um cenário de deflação.

Pela China, o Hang Seng, em Hong Kong, soma 1,32% e o Shanghai Composite avança 0,74%. No Japão, o Nikkei caiu 2,19% e o Topix desvalorizou 2,2%, enquanto na Coreia do Sul, o Kospi recuou 0,77%.

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