Notícia
EDP Renováveis afunda 7% após corte do JPMorgan. É a maior queda em dez meses
A empresa portuguesa desvaloriza mais de 7% após um corte de recomendação por parte do JPMorgan, que a juntar ao ambiente global negativo, empurrou as ações para o "vermelho".
As ações da EDP Renováveis desvalorizaram 7,42% para os 23,70 euros por ação, o que representa a maior queda desde final de março do ano passado, num dia em que os analistas do JPMorgan reduziram a recomendação para a empresa portuguesa de "overweight" para "neutral".
O banco de investimento considerou que a avaliação da empresa portuguesa estava "demasiado otimista", de acordo com uma nota citada pela Bloomberg.
Ainda assim, o JPMorgan atualizou o preço-alvo da EDP Renováveis, tendo em conta que a última nota datava de agosto do ano passado, de 14,50 euros para os 21,30 euros. Este valor implica uma queda de cerca de 13% face ao valor do último fecho, segundo o portal da Bloomberg.
Apesar do corte, o analista Javier Garrido, que assina a nota, diz, referindo-se ao setor das energias renováveis em geral, que a "perspetiva de investimento na capacidade de rede e armazenamento de energia é muito forte para o longo prazo".
A par disso "o impulso dado pelos governos para acelerar a transição energética" é outro dos pontos que joga a favor deste tipo de empresa, de acordo com o analista que mantém o grupo EDP no "clã" das preferidas para investir.
Para além do JPMorgan, também no passado dia 7 de janeiro, o Exane tinha cortado a recomendação da elétrica para "neutral", de "outperform".
No total, existem seis bancos de investimento a recomendar comprar ações da EDP Renováveis, dez a aconselhar manter e apenas um a dizer que o melhor será vender.
As duas empresas do grupo EDP têm registado um início de ano marcado por vários máximos históricos, mantendo a boa prestação do ano transato, apesar do deslize de hoje.
O banco de investimento considerou que a avaliação da empresa portuguesa estava "demasiado otimista", de acordo com uma nota citada pela Bloomberg.
Apesar do corte, o analista Javier Garrido, que assina a nota, diz, referindo-se ao setor das energias renováveis em geral, que a "perspetiva de investimento na capacidade de rede e armazenamento de energia é muito forte para o longo prazo".
A par disso "o impulso dado pelos governos para acelerar a transição energética" é outro dos pontos que joga a favor deste tipo de empresa, de acordo com o analista que mantém o grupo EDP no "clã" das preferidas para investir.
Para além do JPMorgan, também no passado dia 7 de janeiro, o Exane tinha cortado a recomendação da elétrica para "neutral", de "outperform".
No total, existem seis bancos de investimento a recomendar comprar ações da EDP Renováveis, dez a aconselhar manter e apenas um a dizer que o melhor será vender.
As duas empresas do grupo EDP têm registado um início de ano marcado por vários máximos históricos, mantendo a boa prestação do ano transato, apesar do deslize de hoje.